Mais do que um evento musical, o 100fronteiras Jazz Festival confirmou seu papel como plataforma cultural, turística e de integração na Tríplice Fronteira. A primeira edição ampliou público, ocupou espaços simbólicos da cidade e consolidou uma proposta que une música de qualidade, gastronomia, formação de plateia e acesso democrático à cultura — valores que dialogam diretamente com a essência editorial do Grupo 100fronteiras.
Com apresentações que transitaram entre o jazz tradicional, fusões contemporâneas e diálogos com ritmos brasileiros, o festival mostrou que o gênero não é distante nem elitizado. Ao contrário: é encontro, escuta, diversidade e experiência coletiva. A ocupação de espaços no Mercado Barrageiro, com atividades gratuitas, foi um dos pontos altos, aproximando públicos de diferentes idades, origens e classes sociais.
A repercussão do evento se refletiu não apenas no público — que ultrapassou mais de oito mil pessoas ao longo da programação — mas também no reconhecimento de lideranças institucionais, representantes do trade turístico, comunicadores, artistas e parceiros estratégicos, que destacaram o impacto cultural, social e econômico do festival.
A Lara Ferreira, Gestora de Desenvolvimento Estratégico da Lote Grande Urbanizadora, ressaltou o poder de conexão do jazz com experiências humanas e projetos transformadores:
“Foi uma alegria prestigiar e participar dos eventos JAZZ Night e JAZZ Festival ao lado do Grupo 100fronteiras! O Jazz, assim como o que busco em meus projetos pessoais, conecta pessoas e inspira boas experiências. Estou animada para os próximos!”
Lara Ferreira

Do ponto de vista do turismo e do desenvolvimento regional, Aline Rodrigues Teigão, Gerente da Divisão de Iniciativas de Turismo da Itaipu Binacional, destacou a consolidação do evento como produto cultural com potencial de atração de visitantes:
“O evento de Jazz da 100fronteiras é um evento cultural que vem se consolidando e tem um potencial enorme de gerar fluxo turístico em nossa cidade, por isso somos parceiros do evento e seguimos no propósito de ajudar a consolidar iniciativas que impactem positivamente a cadeia produtiva do turismo. O turismo é uma importante ferramenta de desenvolvimento, e Itaipu tem como missão gerar energia, mas também contribuir para desenvolver ainda mais a nossa região.”
Aline Rodrigues Teigão

A jornalista Cristiane Paião, repórter da RPC, chamou atenção para o caráter democrático do festival e para a quebra de estigmas em torno do jazz:
“Eu diria que foi muito importante acompanhar o evento, pois precisamos de mais cultura em Foz. Adorei conhecer os músicos aqui da nossa cidade e claro, também poder curtir profissionais já renomados no mundo do jazz. O meu destaque sem dúvida é pra parte do evento que foi realizada no Mercado Barrageiro, de graça pra população. Muitas pessoas acham que o jazz não é popular, que é sofisticado, mas quem gosta de música boa não enxerga assim. O som dos instrumentos é incrível, teve samba em formato de jazz, teve músicos de Foz, pessoas de diferentes idades e classes sociais, isso é muito importante para todos nós.”
Cristiane Paião

Para o setor de turismo institucional, Jaime Mendes, presidente do Visit Iguassu, sintetizou a experiência do público:
“Foi uma experiência incrível e única, com uma energia contagiante e uma qualidade musical e gastronômica excepcional. Parabéns aos organizadores por criar um ambiente acolhedor e vibrante, onde a música e a arte se encontram.”
Jaime Mendes

Jin Bruno da Rosa Petrycoski, Secretário de Turismo de Foz do Iguaçu, também destacou a importância desse apoio.
“A participação e o apoio da Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu no 100fronteiras Jazz Festival é o símbolo do nosso compromisso com a cultura na cidade. Esse incentivo fortaleceu a valorização da cultura, ampliou a visibilidade do evento e consolidou Foz como um destino que celebra a diversidade artística e musical. Além de enriquecer a experiência do público e dos artistas, o apoio contribuiu para movimentar a economia local e reforçar a imagem da cidade como um polo de eventos culturais de qualidade.”
Jin Bruno da Rosa Petrycoski

A integração trinacional e a força das parcerias também foram enfatizadas por Lúcio Marcelo Chrestenzen, gerente executivo do Senac Foz do Iguaçu:
“Evento que já está se tornando tradição em Foz do Iguaçu, trazendo um mix de cultura, gastronomia, bebidas, excelente música e ótimo gingado. Participar pelo Senac e junto do nosso parceiro, o Sesc, num encontro único, proporcionado por boas energias só revela o poder energético da região trinacional, possibilitando integração, diversão e muita sinergia.”
Lúcio Marcelo Chrestenzen

O envolvimento de instituições comprometidas com a conservação e a educação ambiental também marcou presença. Melissa Correa, gerente de Comunicação do Parque das Aves, reforçou o valor simbólico do evento para a identidade regional:
“O evento estava impecável, com atmosfera envolvente, música de altíssima qualidade e uma energia incrível. Ficamos muito felizes em apoiar uma iniciativa cultural que valoriza a arte, movimenta a cena local e fortalece a identidade da nossa região trinacional. O trabalho de vocês inspira e eleva a cultura em Foz do Iguaçu, e é um orgulho para o Parque das Aves fazer parte dessa história. Parabéns pela organização e por mais uma edição de sucesso! Que venham muitas outras noites tão especiais quanto esta.”
Melissa Correa

Na mesma linha, Giovanni Bagatini, assessor da Presidência do Sistema Fecomércio Sesc/Senac PR, avaliou o impacto do festival de forma ampla e estratégica:
“O evento posiciona Foz do Iguaçu como polo cultural da Tríplice Fronteira, movimenta a economia local e amplia oportunidades para negócios criativos e o fluxo turístico qualificado, oportuniza a integração e o acesso à cultura e ao lazer para a comunidade local e dá visibilidade a artistas e iniciativas culturais da região. Como um bom solo de jazz, deixa um impacto que ressoa muito além do palco.”
Giovanni Bagatini

O caráter social e o alcance popular do projeto foram destacados pelo deputado estadual Oziel Luiz de Souza, o Batatinha:
“Foi muito legal este projeto, porque é um projeto que resgata as pessoas e oferece cultura de forma gratuita. O jazz vem crescendo a cada momento, tem se expandido em nível mundial, e nós estávamos um pouco carentes desse tipo de evento. Agora, ele já trouxe um público considerável. A gente verificou, depois do evento realizado, que mais de 8 mil pessoas passaram por ele. Então é um evento que precisa do nosso apoio, do nosso empenho e da nossa dedicação. Quero fazer um agradecimento aos organizadores e a vocês, da 100fronteiras, que acabaram fazendo toda essa logística de organização e proporcionando que as pessoas viessem conhecer o jazz. Muitas não conheciam e vieram por esse atrativo das pinturas de rosto e de tantas outras atividades. E, dentro dessas atividades, o jazz foi apresentado para pessoas que não conheciam, que passaram a conhecer e que hoje já se tornaram admiradores do jazz.”
Oziel Luiz de Souza

No palco, a percepção foi igualmente positiva. O guitarrista Robin Banerjee, um dos músicos convidados, resumiu a experiência artística e humana vivida em Foz do Iguaçu:
“Foi uma honra e uma experiência maravilhosa me apresentar no show da 100fronteiras com a querida Tinna e a Banda Side B. O evento foi uma inspiração; poder estar junto ao povo de Foz do Iguaçu e ver todos aproveitando a música foi um momento lindo. Os organizadores do evento fizeram um trabalho fantástico na realização do show.”
Robin Banerjee

Ao reunir cultura, acesso, economia criativa e pertencimento regional, o 100fronteiras JAZZ Festival reforça um caminho consistente: o de transformar a música em instrumento de desenvolvimento, integração e identidade. Um evento que não termina quando o último acorde se encerra — ele continua ecoando na cidade, nas pessoas e na forma como Foz do Iguaçu se reconhece como território cultural vivo. E em 2026, o show continua. A próxima edição está marcada para o mês de abril. Aguardem que em breve teremos novidades.
O FESTIVAL EM NÚMEROS
Prometemos um evento para 5 mil pessoas.
Entregamos uma experiência para 8.315.
Meta de público superada em 66%.
RESULTADOS COMPROVADOS
PÚBLICO TOTAL VALIDADO
8.315 pessoas
Impacto presencial direto, com capacidade máxima atingida no domingo.
IMPACTO ECONÔMICO
+ R$ 3,4 milhões
Movimentação gerada na economia local e regional.
RETORNO DE MÍDIA (AVE)
+ R$ 580 mil
Valor estimado em mídia espontânea em TV e portais nacionais.
CONEXÃO GLOBAL
95 nacionalidades conectadas pelo festival.
ECONOMIA CRIATIVA
90 artistas contratados, com 95% de investimento na cadeia local.
PICO DE PÚBLICO
+ 5.100 pessoas
Demanda cultural reprimida comprovada.
PESSOAS NA PRODUÇÃO
+ 400 profissionais
Geração de emprego e renda direta.
HORAS DE MÚSICA
30 horas de programação cultural.
UM FESTIVAL TRINACIONAL DE FATO
Os dados digitais comprovam a integração além do território físico.
VISITANTES DO SITE OFICIAL (6.000 usuários)
- Paraguai: 50,06%
- Brasil: 42,47%
- Argentina: 4,72%
- Estados Unidos: 1,26%
IMPACTO DIGITAL – INSTAGRAM
- Contas alcançadas: + 450 mil
- Visualizações: + 1,7 milhão



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