Com a chegada do verão, é comum o aumento do encontro com roedores no meio urbano. No Brasil, três espécies de roedores são comuns em áreas urbanas: o camundongo, o rato de telhado e a ratazana. É importante conhecer essas espécies e as doenças que podem ser transmitidas por elas.
Mus musculus – O Camundongo
O camundongo, conhecido por personagens como o Mickey Mouse, é uma das espécies de roedores mais comuns em ambientes urbanos. Esse animal busca principalmente alimentos para sobreviver, e por ser uma espécie mais adaptada ao meio urbano e doméstico, apresenta risco mínimo para os seres humanos, desde que as condições de higiene sejam adequadas. No entanto, como qualquer roedor, ele pode ser portador de zoonoses e deve ser tratado com cuidado.

Rattus rattus – O Rato de Telhado
O rato de telhado, ou rato preto, é uma espécie que gosta de roer fios e se esconder em locais altos, como sótãos e forros. Esse roedor é um dos que apresenta maior risco de transmissão de doenças para os seres humanos, incluindo a peste bubônica, que foi responsável por grandes epidemias na Europa. Além disso, o rato de telhado é uma praga comum nas residências e pode causar danos materiais. Em relação ao camundongo, ele costuma ser maior e tem pelagem mais escura.

Rattus norvegicus – A Ratazana
A famosa ratazana, ou rato norueguês, é uma das espécies mais conhecidas e também uma das mais problemáticas, especialmente no que diz respeito às doenças que pode transmitir, como a leptospirose. As ratazanas se alimentam principalmente de alimentos em decomposição, pois seu sistema digestivo não consegue processar alimentos frescos adequadamente. Considerada uma praga urbana, essa espécie tem grande potencial de transmitir zoonoses para os seres humanos e deve ser controlada de forma eficaz.

Cuidados e Prevenção
É importante estar atento aos roedores e às doenças que podem ser transmitidas por eles. O camundongo, apesar de ser uma espécie menos perigosa, ainda pode ser um vetor de doenças. Já o rato de telhado e a ratazana representam maiores riscos, podendo transmitir doenças graves como a peste bubônica e a leptospirose.
Para evitar problemas relacionados aos roedores, é fundamental adotar medidas de controle e prevenção, como manter o ambiente limpo, vedar possíveis entradas nas residências, armazenar alimentos de forma segura e, caso necessário, procurar ajuda profissional para o manejo adequado desses animais.




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