A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu diretrizes para a escolha eficaz de repelentes contra o Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya. O alerta ressalta a ineficácia de produtos de uso oral, enfatizando que apenas repelentes de aplicação na pele e sanitizadores ambientais são comprovadamente eficientes.

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A nota da Anvisa destaca a aplicação direta do repelente nas áreas expostas do corpo, a menos que o rótulo indique o uso na roupa. Produtos com o ingrediente DEET não devem ser aplicados em crianças menores de dois anos, e a concentração desse componente em produtos para crianças de dois a 12 anos não deve exceder 10%.

Os sanitizadores, destinados a matar o mosquito adulto ou repeli-lo do ambiente, também exigem aprovação da Anvisa para a substância ativa e componentes complementares. A instituição ressalta a falta de comprovação de eficácia para produtos de princípio ativo natural, como citronela, andiroba e cravo da índia. Velas, odorizantes e incensos com propriedades repelentes não estão aprovados.

A Anvisa facilita a consulta sobre a regularidade de repelentes, mantendo duas listas em seu site: : uma de cosméticos para aplicação na pele e outra de saneantes para uso no ambiente. O registro junto à agência garante a eficiência do produto contra o mosquito da dengue, oferecendo aos consumidores informações confiáveis para escolherem a melhor proteção.

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Dengue avança em Foz do Iguaçu:

Foz do Iguaçu está em alerta com 6.453 notificações e 291 casos confirmados de dengue. Combater o Aedes aegypti torna-se essencial, e cada cidadão desempenha um papel fundamental nessa luta. A colaboração massiva da população é indispensável, complementando as ações do poder público.

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) reforça práticas simples, mas eficazes, para evitar a proliferação do mosquito. Não deixar água parada, manter quintais limpos, lixeiras tampadas e colocar areia nos vasinhos de plantas são algumas das medidas preventivas destacadas.

Os sintomas da dengue podem surgir até 15 dias após a picada do mosquito infectado. Febre alta, dores no corpo, cabeça, articulações, e manchas na pele são indicativos. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde para o diagnóstico e tratamento adequados.

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A prevenção é a chave. Cada ação conta na proteção da comunidade. Foz do Iguaçu convoca seus cidadãos a se unirem contra a dengue. Colabore, adote medidas simples e faça a diferença na batalha contra esse mosquito transmissor.

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