O Brasil continua a desempenhar um papel de liderança no cenário global de imunizações, destacando-se pelo seu compromisso contínuo com programas de vacinação robustos, como o da vacina BCG, crucial no combate à tuberculose. Esta vacina é um dos pilares do calendário vacinal mundial e representa um marco significativo nas descobertas em saúde pública.

A vacina BCG, que protege contra a tuberculose — doença infectocontagiosa causada pelo bacilo de Koch —, foi introduzida no Brasil em 1921. Inicialmente administrada por via oral, desde 1968 a vacina é aplicada por via intramuscular em recém-nascidos, conforme o protocolo inicial de vacinação infantil do país. Com uma eficácia comprovada de 78% contra a tuberculose, estudos indicam que a BCG também pode oferecer proteção contra a hanseníase.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reconhecem a importância da cobertura vacinal como um indicador crucial para a saúde, desigualdade e renda. No contexto brasileiro, a BCG não só tem um papel fundamental na erradicação da tuberculose, mas também serve como um exemplo do impacto positivo das imunizações na saúde global.

A OMS recomenda a administração de apenas uma dose da vacina BCG, baseada em evidências de que uma segunda dose não aumenta significativamente a proteção oferecida. Este protocolo reforça a eficácia do regime de vacinação adotado no Brasil, sublinhando o país como um líder no esforço global para combater doenças infecciosas através da imunização.

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O compromisso do Brasil com a saúde pública global e o combate a doenças infecciosas é evidenciado não só pela adoção de vacinas como a BCG, mas também pelo seu papel ativo na promoção de estratégias de saúde que beneficiam populações dentro e fora de suas fronteiras.

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