Quem nunca presenciou uma reclamação sobre a perda de cabelo? Tal cenário é comumente encontrado em encontros sociais e em clínicas dermatológicas. Apesar de ser uma ocorrência frequente, as incertezas perduram, especialmente quando há um aumento no número de fios que acabam no ralo.

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A preocupação com a queda de cabelo é uma realidade para muitas pessoas, levando-as a explorar o vasto mercado de produtos de beleza em busca de soluções. No entanto, nem todos esses produtos são eficazes. Neste artigo, vamos desvendar as opções que realmente funcionam para a alopecia androgenética e a alopecia areata, além de esclarecer mitos comuns sobre a calvície. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) destaca que é fundamental a consulta com um dermatologista para realizar o diagnostico e o tratamento correto para o problema.

Medicamentos

No universo da alopecia androgenética, uma condição muitas vezes associada à herança genética, dois tratamentos têm se destacado: o minoxidil e a finasterida. O minoxidil, uma loção aplicada diretamente no couro cabeludo, prolonga a fase de crescimento capilar e melhora a circulação sanguínea nos folículos. Já a finasterida, um medicamento oral, inibe enzimas que convertem testosterona em DHT, relacionado à calvície masculina. Vale ressaltar que a finasterida pode apresentar efeitos colaterais, como impotência sexual em uma pequena porcentagem de usuários. Recomendamos que você não use medicamentos sem o acompanhamento médico.

Tratamento Inovador

Recentemente aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o baricitinibe, comercializado como Olumiant, tem se mostrado promissor no tratamento da alopecia areata, uma condição autoimune. Estudos indicam uma cobertura capilar de até 80% após 36 semanas de tratamento. É fundamental destacar que mitos sobre alimentos e shampoos antiqueda não têm base científica, sendo o acompanhamento médico especializado a abordagem mais eficaz para diagnósticos e tratamentos.

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Imagem: IA

Dez mitos sobre calvície:

  1. Raspar a cabeça faz o cabelo cair mais rápido.
  2. Lavar o cabelo diariamente contribui para a calvície.
  3. Sempre usar um secador facilita a calvície.
  4. Usar boné faz o cabelo cair permanentemente.
  5. Homens calvos têm mais testosterona.
  6. Mulheres nunca podem ser calvas.
  7. A calvície é transmitida geneticamente pela família da mãe.
  8. ‘Se ficou grisalho, não ficará calvo’.
  9. Alguns alimentos podem impedir ou prevenir a calvície.
  10. Shampoo antiqueda evita a calvície.

Alopecia androgênica: um problema para homens e mulheres

A alopecia androgênica, conhecida como calvície, afeta pessoas de ambos os sexos, sendo mais comum entre os homens devido à relação com a testosterona. A Sociedade Brasileira de Dermatologia aponta que 80% dos homens com mais de 80 anos enfrentam esse problema. O diagnóstico precoce é fundamental, e o dermatologista pode determinar se a queda de cabelo é genética ou resultante de outros fatores, como problemas hormonais, estresse, ou falta de nutrientes.

Recuperando a autoestima: implantes e transplantes capilares

Atualmente, diversos tratamentos visam prevenir a queda de cabelo ou recuperar os fios perdidos. O uso de loções aplicadas no couro cabeludo e medicamentos via oral pode retardar ou interromper o processo de queda. Além disso, procedimentos como implantes e transplantes capilares oferecem resultados naturais. É importante destacar que o tratamento oral, embora eficaz, apresenta baixo risco de efeitos colaterais, como diminuição da libido.

A queda de cabelo é um desafio enfrentado por muitos, mas compreender as opções de tratamento e desmistificar crenças infundadas são passos cruciais. O acompanhamento médico e o entendimento do ciclo capilar são fundamentais para uma abordagem eficaz contra a alopecia. Enfrente a queda de cabelo com informações embasadas e busque a orientação de um dermatologista. (Com informações de assessorias e da SBD)

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