Ciudad del Este, conhecida por seu comércio vibrante, está enfrentando um problema crescente: golpes contra compradores. Comerciantes e empresários locais estão pedindo medidas mais rigorosas contra lojas acusadas de enganar os consumidores, argumentando que essas práticas prejudicam todo o setor que opera legalmente.
De acordo com a Prefeitura de Ciudad del Este, um caso recente envolveu a loja Imega, que foi denunciada por um turista brasileiro. Apesar da intervenção da Defesa do Consumidor, que resolveu o problema, a loja continua em funcionamento. Outro morador de Foz do Iguaçu também relatou ter sido vítima de uma fraude na mesma loja.
A Prefeitura de Ciudad del Este, por meio da Defesa do Consumidor, conseguiu resgatar o dinheiro de um brasileiro que foi vítima de uma prática comercial desonesta. O turista, Wesley Gerardo Silva, de São Paulo, apresentou uma reclamação sobre uma compra “forçada”. Após a intervenção da Defesa do Consumidor, foi realizada uma conciliação entre as partes e, como resultado, Silva recebeu uma indenização integral pelos danos sofridos.
Além disso, as autoridades de Ciudad del Este não conseguiram avançar em ações para combater os “pirañitas”, como são denominados os falsos guias que praticam atos criminosos como fraudes, assaltos, roubos e até sequestros de compristas em um dos principais centros comerciais do Paraguai.
Esses incidentes destacam a necessidade de uma fiscalização mais rigorosa e ações efetivas para proteger os consumidores e garantir a integridade do setor comercial de Ciudad del Este. É um lembrete para os compradores serem cautelosos e para as autoridades tomarem medidas para prevenir tais práticas no futuro. A confiança do consumidor é fundamental para o sucesso do comércio, e é imperativo que medidas sejam tomadas para proteger essa confiança. Em uma reunião interinstitucional realizada no ano passado em Ciudad del Este, o procurador Edgar Torales, encarregado de investigar esses golpes, afirmou que atendeu 145 denúncias, das quais 97% tiveram resultado positivo para o reclamante, porque o valor pago foi devolvido ou o produto foi trocado. No entanto, apesar desses esforços, o número de queixas continua aumentando. As forças de segurança, os fiscais e integrantes da Promotoria prometeram intensificar ações para evitar essas práticas. (Com informações da Prefeitura de Ciudad del Este e La Clave)




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