Mistura de castelo, parque e museu, o espaço Freudenberg, em Wiesbaden, se autodefine
como um “campo de experiências sensoriais”. Para o divertimento não só das crianças, mas
também dos adultos.Conforme a direção desse Castelo Freudenberg, a função do parque-
museu, localizado em Wiesbaden, é ser um espaço educacional no sentido mais amplo do
termo: um lugar onde se possa “ver e construir imagens, descobrir sua própria imagem e
imaginar”. Wiesbaden, ou Viesbade, é a capital e a segunda maior cidade do estado federal
alemão de Hesse e se localiza na margem direita do rio Reno, em frente à cidade de Mainz, no lado oposto do rio. Wiesbaden possue cerca de 287 000 habitantes , fica perto de Frankfurt,
no estado de Hessen, na Alemanha, mas ela não é capital do Estado. De fato, o título pertence a bela cidade de Wiesbaden, que fica a 40 km de Frankfurt. Aliás, Wiesbaden é uma daquelas cidades imperdíveis e indicadas para se fazer um belo passeio bate-volta.
A cidade de Wiesbaden é muito charmosa e bem diferente da moderna Frankfurt. Conta com um passado requintado, que pode ser apreciado nos seus palacetes e ruas centenárias. Mas não só, ela é também famosa por ter sido, desde os tempos romanos, um dos mais antigos e elegantes balneários terapêuticos da Europa. E isto se deve às suas famosas fontes de águas termais e medicinais.
Por outro lado, a ideia do museu surgiu 15 anos atrás, a partir das teorias de Hugo Kükelhaus um marceneiro, escritor, filósofo, artista, pedagogo e ex-professor de Dastis Schenk, que escreveu um livro que levava o título Fassen, Fühlen, Bilden (Tatear, Sentir, Construir), premissas que guiam hoje o trabalho no castelo em Wiesbaden.
A partir de um projeto alternativo, foi sendo criada, aos poucos, a hoje sólida estrutura voltada para pequenos e grandes visitantes de todas s idades, segundo os organizadores. Ali é possível, por exemplo, moer cereais e fazer e assar seu próprio pão, à beira de uma fogueira, no enorme parque que circunda o museu. Ou embarcar numa viagem à escuridão, seguindo um percurso cheio de obstáculos, onde não se enxerga nem um palmo à frente. Ou mergulhar as mãos em recipientes fechados, sem saber o que está lá dentro. E sem medo do que se vai tatear.
Também dá para sentir a vibração do som, ao se posicionar bem atrás de um gongo dentro de uma instalação sonora. Além disso, andar descalço ou exercitar o equilíbrio em cima de um monociclo ou de pernas de pau também pode fazer parte do campo de experiências sensoriais no castelo.
Já para os que se interessam pelas teorias que se escondem por detrás do conceito de
Freudenberg, há nas paredes e no teto citações da Doutrina das Cores, de J. W. Goethe.
Castelo Wiesbaden, Alemanha



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