Morreu na manhã desta segunda-feira (19), em Curitiba, o advogado Álvaro Wendhausen de Albuquerque, aos 87 anos, em decorrência de insuficiência respiratória e pneumonia. Ele faleceu em casa, por volta das 5h.

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O velório acontece nesta segunda-feira, a partir das 16h, na Capela Esmeralda do Crematório Vaticano, na capital paranaense. A cerimônia de cremação está marcada para terça-feira (20), às 11h, no mesmo local.

Embora residisse em Curitiba há cerca de seis anos, após o falecimento da esposa Ana Maria, a trajetória profissional de Álvaro está profundamente ligada a Foz do Iguaçu, onde se consolidou como uma das principais referências da advocacia local.

Pioneirismo e formação jurídica

Inscrito na OAB Paraná sob o número 2.602, Álvaro Wendhausen de Albuquerque foi o terceiro advogado a atuar em Foz do Iguaçu e teve papel central na criação da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no município. Tornou-se o primeiro presidente da entidade em 1977, sendo reeleito para outras duas gestões, entre 1977 e 1979 e de 1987 a 1989.

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Também integrou o Tribunal de Ética e Disciplina da OAB Paraná e chegou a ser indicado para a lista tríplice de composição do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Paralelamente à atuação institucional, construiu uma sólida carreira acadêmica como professor de Direito nas faculdades Unifoz e UDC, em Foz do Iguaçu, onde lecionou por mais de duas décadas e contribuiu diretamente para a formação de gerações de advogados da cidade e da região da Tríplice Fronteira.

A morte de Álvaro Wendhausen de Albuquerque representa uma perda significativa para a advocacia paranaense. À família, amigos, colegas e ex-alunos, ficam as condolências e o desejo de força neste momento de despedida, com o reconhecimento de um legado que seguirá vivo na história do Direito em Foz do Iguaçu.

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