Foz do Iguaçu voltou a se aproximar da marca dos 200 mil eleitores — número mínimo necessário para viabilizar um segundo turno nas eleições municipais. Conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), nesta sexta-feira (15), o município alcançou 198.600 eleitores registrados.
O número representa uma recuperação após a queda registrada em maio, quando o prazo de regularização do título foi encerrado e Foz contabilizava cerca de 198 mil eleitores. Antes disso, em junho de 2023, a cidade havia alcançado 206 mil registros, marca que garantiu, pela primeira vez, a possibilidade de segundo turno — embora a eleição tenha sido decidida no primeiro turno com mais de 50,1% dos votos para o atual prefeito Silva e Luna (PL).
A composição do eleitorado revela que as mulheres representam 54% dos votantes, enquanto os homens somam 46%. A maioria dos eleitores é solteira (57%), seguida pelos casados (34%). Já os dados de escolaridade mostram que 28,1% têm ensino médio completo, 19,3% não completaram o ensino fundamental e 16% possuem diploma de ensino superior.
A tendência de crescimento gradual aponta para a manutenção da viabilidade de um segundo turno nas eleições de 2028, caso o ritmo de registros se mantenha.
Consequências da não regularização
O voto no Brasil é obrigatório para cidadãos alfabetizados entre 18 e 70 anos. Aqueles que não votarem, não justificarem e não pagarem a multa podem ter o título cancelado e enfrentar restrições como: impedimento de tomar posse em concurso público, renovar matrícula em instituições oficiais ou obter empréstimos em bancos públicos.
O TRE reforça que o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para cidadãos alfabetizados entre 18 e 70 anos. Aqueles que não regularizarem o título podem enfrentar restrições como impedimento de posse em concursos, renovação de matrícula em instituições públicas e obtenção de crédito em instituições oficiais.



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