A Prefeitura de Foz do Iguaçu apresentou nesta quinta-feira (29) a Casa Abrigo Transitória, um novo espaço voltado ao acolhimento e à proteção de mulheres em situação de violência. A estrutura, atualmente instalada em imóvel alugado, tem capacidade para atender até 20 mulheres, acompanhadas de seus filhos quando necessário, garantindo segurança e suporte especializado.

O atendimento no local pode durar até 90 dias, período em que as mulheres recebem acompanhamento da rede municipal de proteção, com foco na recuperação da autonomia e no encaminhamento para a retomada da rotina com segurança. Em situações específicas, o prazo poderá ser ampliado, conforme a necessidade de cada caso.

O espaço integra a política municipal de enfrentamento à violência contra a mulher e atua de forma articulada com os serviços de assistência social, saúde, apoio psicológico e orientação jurídica, fortalecendo a resposta do poder público a esse tipo de ocorrência.

Durante a apresentação da Casa Abrigo Transitória, representantes da administração municipal destacaram a importância do acolhimento humanizado e da atuação conjunta entre os órgãos da rede de proteção. A proposta é oferecer não apenas um local seguro, mas um ambiente que contribua para a reconstrução de trajetórias interrompidas pela violência.

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Além da estrutura provisória, o município anunciou o avanço para a implantação da Casa Abrigo definitiva. O terreno já foi cedido e o contrato de parceria entre a Prefeitura, Itaipu Binacional e Itaipu Parquetec foi assinado, viabilizando um investimento estimado em R$ 7,3 milhões para a construção da sede própria.

A futura unidade contará com estrutura moderna e capacidade ampliada, podendo acolher simultaneamente até 30 mulheres. A previsão é que as obras tenham início no segundo semestre de 2026, com conclusão estimada para o segundo semestre de 2027, consolidando um espaço permanente para o atendimento de mulheres em situação de risco.

Com a iniciativa, Foz do Iguaçu reforça o compromisso com políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e ao fortalecimento da rede de enfrentamento à violência, ampliando o acesso a serviços essenciais e garantindo mais segurança e dignidade às vítimas.

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