Uma equipe técnica do Centre Pompidou de Paris esteve no Paraná nesta semana, de 18 a 19 de novembro, para discutir os avanços na implementação do Museu Internacional de Arte (MIA) em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado. A visita, promovida pela Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), contou com a presença do arquiteto paraguaio Solano Benitez e do engenheiro Rui Furtado, responsáveis pelo projeto arquitetônico, além de representantes da Paraná Projetos.
Durante a inspeção no terreno destinado ao museu, o grupo avançou no detalhamento do projeto. Além disso, um termo de cooperação foi assinado entre a SEEC, o Centre Pompidou e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Essa parceria visa promover o engajamento comunitário e fortalecer a conexão do futuro museu com a realidade cultural local.
Inclusão e Intercâmbio Cultural
A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, destacou o papel estratégico da Unila na iniciativa:
“A ideia é mobilizar agentes locais e integrar as comunidades da região ao novo espaço, assegurando que o museu se torne um polo de intercâmbio cultural e inclusão.”
Investimento e Planejamento
Com previsão de investimento de cerca de R$ 200 milhões, financiados pelo Governo, o MIA ocupará uma área de 24 mil metros quadrados. O plano estrutural deverá ser concluído até janeiro de 2025, com o lançamento da licitação das obras em junho.
“A parceria com o Centre Pompidou coloca o Paraná em destaque no cenário cultural global,” afirmou Luciana. “O MIA será um marco não apenas como espaço expositivo, mas como motor de transformação social e econômica para a região.”
Expectativa de Inauguração
A inauguração da primeira fase do Museu Internacional de Arte está prevista para 2026. A estrutura promete consolidar Foz do Iguaçu como um dos grandes polos de arte e cultura da América Latina, atraindo visitantes de todo o mundo e contribuindo significativamente para o desenvolvimento turístico e cultural do Estado.



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