Para criar o “aquecimento” ideal rumo aos eventos de abril, o foco deve ser a imersão no estilo de vida e na curiosidade histórica. Não basta apenas ouvir música; é preciso entender a “mágica” que acontece quando os mestres tocam. Abaixo, detalhamos cinco obras que são verdadeiras aulas de história e harmonia, perfeitas para construir seu repertório.

Sandra de Sá (1982) – Sandra de Sá

Este álbum é o ponto de partida para entender por que o Samba e o Jazz são considerados “irmãos de alma”. Com um balanço que funde o soul ao DNA brasileiro, a obra de Sandra exemplifica as semelhanças rítmicas e sociais entre os gêneros. Ao ouvir faixas como “Olhos Coloridos”, o leitor percebe como as grandes vozes femininas mudaram o tom da música mundial através da força e da ancestralidade.

Foto: Divulgação.

Kind of Blue (1959) – Miles Davis

Se você quer entender, afinal, o que é o improviso, este disco é o guia definitivo para o leigo. Davis rompeu com as partituras rígidas para criar uma atmosfera de liberdade total, onde os músicos “conversam” em tempo real no palco. É o álbum perfeito para acompanhar uma noite intimista, com dicas de iluminação suave e a escolha de um bom vinho para harmonizar com a experiência.

Ilustração: Matteo Giuseppe Pani

Getz/Gilberto (1964) – Stan Getz e João Gilberto

Este disco registra o “romance de longa data” que mudou a música mundial ao unir o Jazz à Bossa Nova. A colaboração entre o saxofonista americano e o violonista brasileiro é a tradução real de como o gênero saiu de New Orleans e se misturou com ritmos latinos. É a trilha sonora obrigatória para entender a sofisticação que o 100fronteiras JAZZ Festival propõe para a Tríplice Fronteira.

Publicidade

Ella and Louis (1956) – Ella Fitzgerald e Louis Armstrong

A união da voz feminina mais icônica do gênero com o trompete magistral de Armstrong representa a era de ouro das grandes vozes do Jazz. Mais do que entretenimento, este álbum é o acompanhamento ideal para uma experiência de gastronomia e música, harmonizando perfeitamente com pratos refinados em uma sessão de Bossa ou Jazz ao vivo.

Time Out (1959) – The Dave Brubeck Quartet

Famoso pelo uso de compassos atípicos e desafiadores, este álbum exemplifica a anatomia de instrumentos icônicos como o saxofone e o piano. Ao ouvir Brubeck, o público começa a identificar a importância técnica de instrumentos que ganham vida nas mãos de mestres que costumam passar pelos palcos da 100fronteiras.

Ouvir esses discos ajuda a construir a autoridade necessária sobre o assunto, preparando o espírito para a divulgação oficial do evento em maio.

Anúncio Publicitário.
Anúncio Publicitário.
Anúncio Publicitário.
Anúncio Publicitário.

Deixe um comentário

Deixe a sua opinião