O governador Eduardo Leite (PSDB) esteve reunido com diretores de todas as companhias aéreas que operam no Aeroporto Salgado Filho (POA) para debater estratégias de retomada dos voos no Rio Grande do Sul. A preocupação central é a necessidade de melhorar a conectividade aérea no estado e explorar alternativas para superar os desafios impostos pelo fechamento temporário do aeroporto de Porto Alegre.
Segundo Leite, é crucial restabelecer gradualmente as operações aéreas para assegurar a normalidade e mitigar os impactos significativos que têm afetado os passageiros da região.
O fechamento do Aeroporto Salgado Filho tem impactado diretamente a economia gaúcha, com uma redução de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do estado, resultando em perdas estimadas em até R$2,5 bilhões até o momento. Esses números podem chegar a R$3,2 bilhões se o aeroporto permanecer fechado até o final de dezembro.
Com a sobrecarga dos aeroportos regionais como Caxias do Sul, Chapecó e Passo Fundo, devido ao aumento na demanda de passageiros que normalmente utilizam o Salgado Filho, o embarque e desembarque de voos em Canoas têm sido uma alternativa viável, realizados próximo ao Canoas Shopping.
A previsão é que o embarque e desembarque de passageiros no Aeroporto Salgado Filho seja retomado na primeira quinzena de julho, com decolagens previstas a partir da base aérea de Canoas. O fechamento do terminal desde 3 de maio, devido às enchentes na região, tem sido um desafio significativo para o setor aéreo e para a logística de transporte no estado.




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