A Argentina encerrou 2025 com inflação acumulada de 31,5%, igualando ou ficando abaixo dos dois anos anteriores. Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos confirmam uma desaceleração expressiva do ritmo de crescimento ao longo do ano.

O resultado consolidado representa o segundo ano consecutivo de inflação anual acima da média e é atribuído ao ajustamento fiscal e às medidas de controlo monetário adotadas pelo governo de Javier Milei, que assumiu a presidência.

Especialistas apontam que a atual alíquota de imposto está mais baixa desde 2017 e destaca o caráter histórico do período recente, visto que a economia argentina não registrava dois anos consecutivos de desaceleração inflacionária desde o intervalo entre 2007 e 2009. Além disso, analistas apontam que o processo de desinflação

Apesar do resultado anual positivo, o país entrou em confinamento em 2025 com quatro meses consecutivos de aceleração da inflação mensal. Economistas confirmam que fatores políticos e incerteza contribuíram para esse resultado.

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As projeções de mercado compiladas pelo Banco Central da Argentina indicam que a inflação deverá continuar em trajetória descendente em 2026, com uma estimativa em torno de 20%. Caso confirmado, o imposto continuará a incidir acima da previsão oficial do governo, mas reforça a expectativa de continuidade do processo de desinflação.

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