Natural de Curitiba, há quase 10 anos vive em Foz do Iguaçu, sendo iguaçuense de coração. É gerente de comunicação no Parque das Aves e apaixonada pela Mata Atlântica e suas espécies.
1 – O que te motiva a acordar todos os dias para ir trabalhar?
Trabalhar no Parque das Aves me deu uma razão genuína para levantar todos os dias. Antes, atuava em agências de publicidade vendendo produtos com os quais eu não me identificava. Hoje, meu trabalho é comunicar, com propósito e verdade, ações concretas que ajudam a conservar espécies da Mata Atlântica. Lidero uma equipe que compartilha esse mesmo ideal e, juntas, comunicamos tanto com os visitantes quanto com colaboradores e parceiros tudo que o Parque realiza em prol da conservação.
2 – Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira e como ele transformou sua forma de enxergar o sucesso?
Mudar para Foz do Iguaçu, em 2016, foi um divisor de águas. Deixei minha família e amigos em Curitiba para começar uma nova vida em uma cidade onde não conhecia ninguém, em um setor completamente novo para mim. Mas encontrei no Parque das Aves uma equipe que acolhe, ensina e cresce junto. Aprendi com cada profissional, e hoje atuo de forma estratégica para comunicar tudo o que o Parque representa. Percebi que o sucesso não está só nos títulos ou resultados, mas em fazer parte de algo maior, com impacto real e positivo no mundo.
3 – Qual é o local na Tríplice Fronteira que você gosta de ir para recarregar as energias?
Sou completamente apaixonada pela região e já me considero iguaçuense de coração. Um lugar que me encanta é o Marco das Três Fronteiras, com seu pôr do sol único e o show cultural que celebra nossa diversidade. Também gosto muito de prestigiar os eventos da cidade, visitar atrativos e valorizar o que os hotéis e empreendedores locais oferecem. Mas o meu lugar de descanso favorito é o próprio Parque das Aves. Sempre que posso, venho como visitante: caminho pelas trilhas com calma e finalizo com um bom almoço no nosso restaurante, acompanhado de um chopp gelado. É o meu refúgio particular.
4 – Como a cultura e a diversidade da Tríplice Fronteira influenciam seu trabalho ou sua visão de mundo?
Viver na Tríplice Fronteira é uma verdadeira aula de empatia e respeito às diferenças. Aqui convivemos com múltiplas línguas, costumes e histórias de vida. Essa diversidade influencia diretamente o meu trabalho, principalmente na forma de comunicar com diferentes públicos. Ela amplia minha visão, me desafia a sair da zona de conforto e me faz pensar com mais sensibilidade sobre o outro.
5 – Se você pudesse recomendar um hábito ou costume local que ajuda na produtividade, qual seria?
Sou uma grande entusiasta da leitura, e procuro sempre estar atualizada sobre temas como liderança, comunicação e inteligência artificial. Mas um hábito tipicamente iguaçuense que admiro é o de sentar em frente de casa, entre amigos e familiares, para tomar chimarrão e conversar. É um momento de desacelerar, de se reconectar com as pessoas e com o entorno.



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