O outono começou essa semana e, apesar das Cataratas serem lindas o ano todo, em algumas épocas do ano o passeio pode ser ainda mais interessante.

Mesmo com o começo do frio, as condições climáticas entre o outono e o inverno favorecem a visita de uma das 7 maravilhas da natureza.

A estação terá fim no dia 21 de junho, mas até lá, as Cataratas podem ser visitadas com experiências diferentes. Flores, animais, movimento reduzido e temperatura amena fazem parte dos motivos para visitar as quedas d’água no Outono.

Possibilidade de ver animais diferentes

Uma dessas razoes, é a maior chance de conhecer novos animais, por exemplo, o guaxinim. Pela falta de pelo nas patas da frente, o bicho também costuma ser chamado de ‘mão-pelada’.

Pelo hábito de sempre lavar os alimentos antes de comer, o guaxinim mão-pelada prefere estar em zonas úmidas ou mais perto das águas. Assim, é muito mais fácil de ver os mamíferos no Outono. Então, não se assuste se ver um desses bichinhos passeando pelo Parque Nacional.

guaxinim

Apreciação da flora do Parque Nacional

Na flora, o começo dos dias mais frescos marca o início da orquídea Maxillaria picta. Essa espécie, em questão, só é encontrada na Argentina e na região sul do Brasil em altitudes de 200 a 600 metros. Por isso, também pode ser encontrada nas Cataratas do Iguazú.

As flores da Maxillaria picta presentes no Parque Nacional geralmente florescem em junho, quase no fim do outono. E, além da beleza, os visitantes podem apreciar o doce aroma da flor que lembra o cheiro de mel.

Em 2007, a flor foi trocada de gênero e hoje é chamada de Brasiliorchis picta. ‘Picta’ significada ‘pintada’, e essa orquídea é cheia de pintas nas pétalas e sépalas.

orquídea Maxillaria picta

Baixa temporada

Depois do pico de turistas em dezembro, janeiro e fevereiro pelas férias escolares e o carnaval, abril é um ótimo mês para visitar as Cataratas. A tranquilidade no passeio, menor chance de chuva e uma ótima vazão das águas são excelentes motivos para a visitação no Outono.

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Estudante de Jornalismo na PUC-SP e redatora na 100fronteiras.

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