Salvo dia 14 de novembro foi comemorado o dia mundial de combate ao diabetes. Portanto convidamos o Dr. Antoninho Sabbi, para nos explanar mais sobre o assunto. Que preocupa afinal milhões de pessoas pelo mundo.

Segundo um estudo de 2019, salvo, realizado pelo Ministério da Saúde e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Existem cerca de 9 milhões de brasileiros convivendo, semelhantemente com a doença.

Nesse ano (2020), ou seja esse número cresceu para 16 milhões de pessoas. Esta data foi criada, sobretudo para conscientizar as pessoas sobre esta doença metabólica, todavia. Em que há, principalmente, um aumento da glicose no sangue. Por falta de insulina ou por incapacidade deste hormônio, por fim.

Ou seja, para cumprir sua função de fazer a glicose penetrar nas células onde certamente é fonte de energia indispensável. Inegavelmente é uma doença frequente, incurável, grave, que pode ser controlada através de um tratamento adequado, certamente.

Com a finalidade, que também pode ser, em parte, a saber, prevenida. Com efeito, cerca de 460 milhões de pessoas no mundo são acometidas de diabetes, inesperadamente.

Essa doença é grave por que favorece o aparecimento da aterosclerose, do infarto do miocárdio, do AVC, de retinopatias, cataratas, nefropatia diabética, infecções, pé diabético, e outras doenças em seguida.

Tipos de diabetes

Tipo 1 – portanto a pessoa nasce com uma predisposição genética para desencadear a doença. Que pode surgir em qualquer idade. Geralmente nos primeiros anos de vida. É o diabetes juvenil, que constitui 5 a 10% dos casos de diabetes.

Anticorpos atacam e destroem as células beta do pâncreas que produzem insulina. Este tipo de diabetes, necessita de doses diárias de  insulina para controlar a doença.  

Tipo 2 –   chamado de Diabetes Melitus (90% dos casos de diabetes),  pode apresentar duas situações. Na primeira o pâncreas produz insulina. Mas esta tem uma capacidade menor de cumprir sua função. O que se chama de resistência à insulina, o que leva ao aumento da glicose no sangue.

Exige cada vez mais esforço do pâncreas. Até esgotar sua capacidade de produzir este hormônio. O que gera a segunda situação. Em que o pâncreas não produz mais insulina.

No primeiro caso, estimulantes da produção de insulina, em forma de comprimidos, controla a doença. No segundo, se tornam  necessárias doses diárias de insulina para manter níveis adequados de glicemia. 

Diabetes gestacional – aparece durante uma gestação, quando surge, pela primeira vez, elevação da glicose no sangue e sintomas, por resistência à insulina. Pode persistir ou não após o parto.

Pré Diabetes – é uma situação intermediaria entre o normal e o diabetes tipo 2. Com uma tendência a evoluir para o diabetes.

Como fazer o diagnóstico?  

São três os exames:  a dosagem da glicose em jejum,  da curva glicêmica e a hemoglobina Glicada.  

Glicose em jejum – dá os níveis de glicose no momento da medida, e o normal vai de 79 a 99. Se entre 100 e 125, o exame deve ser repetido. Se for acima de 140 é altamente suspeito de diabetes.    

Exame da curva glicêmica – dá-se à pessoa  um liquido com 75 mg de glicose, e se mede a glicemia no ponto zero e passadas 2 horas. Valores acima de 200 confirmam diabetes.  

Hemoglobina glicada – dá a media da concentração de hemoglobina combinada com a glicose nos últimos 3 meses. Se acima de 6,5%, confirma o diabetes. O  glicosímetro é um aparelhinho prático e barato que mede a glicemia em qualquer momento.

Uma micro agulha dá uma picada no dedo, produzindo uma gotinha de sangue, que ao molhar a fita, diz quanto está o açúcar no sangue.Não serve para diagnostico da doença. Mas ajuda no seguimento e no controle dela.

A tecnologia já oferece uma aparelhinho, com um sensor. Que é colocado sob a pele. monitoriza a glicemia durante as 24 horas do dia. Consegue medir a glicemia a cada 5 minutos e permite um ajuste bastante preciso dos níveis do açúcar.

Isto é o chip é colocado na pele pode liberar insulina por meio de micro agulhas. Quando necessário, corrige  automaticamente, os níveis de hiperglicemia.

O diabetes tipo 2 (90% dos casos), o diabetes do adulto, pode ser retardado ou evitado. Através de hábitos saudáveis de vida, como alimentação, sem excesso de calorias, exercícios físicos habituais, controle do peso. Além de controle da pressão arterial, abstenção do habito do fumo e do álcool.  

A prevenção é o melhor tratamento.

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