Reféns da Ignorância política

Reféns da Ignorância

Heitor Fernandez*

Todo início de ano é momento de reflexão sobre erros e acertos passados. Obviamente, para não errarmos no futuro.  Momento de pensar se estamos sendo nosso maior inimigo! Agora, existem os que não pensam! Seguem banalidades e vícios que afetam a si próprio e sua família. Falando em política, estamos ou somos todos reféns da política predatória? Analisando sob ótica cartesiana, estamos todos reféns da nossa própria ignorância. Ignorância no sentido de desconhecimento. No sentido de abraçar o certo ou o errado arrebanhado pelo delírio do fanatismo. Todo fanatismo é trampolim para a intolerância. O fanatismo político é inebriante, cego, deprimente e conduz à falência social. Somos em grande parte reféns de uma herança política, social e econômica nefasta. Tanto os que fazem parte dessa organização criminosa quanto os simpatizantes ou os alheios a ela. No final, todos pagam e sofrem juntos, mesmo que afastados.

Uma parte desse povo segue o rebanho com venda nos olhos, alienada a bandidos. Muitos seguem por desconhecimento, outros por interesses em migalhas ou por fazerem parte dessa quadrilha. Para o cidadão esclarecido, é como aceitar bandidos ocupando suas casas, distribuindo promessas, migalhas de sonhos e apoderando-se dos bens dos que têm. Roubalheira descarada por meio de mecanismos aprovados pelo Congresso. Bandidos que iniciaram o desmonte geral do Estado para dar início a um novo regime. Regime que não deu certo em nenhum dos países cobaias. Por analogia, são bandidos que saquearam nossas esperanças deixando dívidas impagáveis. Bandidos que tentaram acabar com a tradição de família usando práticas destrutivas, delituosas e incestuosas. Práticas alicerçadas no princípio de que filhos devem ser doutrinados e não ensinados pelo Estado. Ver leigos aceitando essa prática é até tolerável, mas professores e demais formadores de opinião, que se dizem politizados, é repugnante. Grande parte desses alienadores de menores receberam o diploma por canais ilícitos, para auxiliar no projeto marxista de desmonte geral do Estado. O país passou a negociar ilicitudes abertamente. Desde venda geral de diplomas até venda de sentenças judiciais. Assim, seguimos unidos, reféns da ignorância.

 

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