Foi o tempo em que o homem tinha de construir castelos para defender-se do mal e por isso que hoje a Monital oferece uma segurança de alto padrão…

Será mesmo?

A tendência atual é cada vez mais protegermo-nos, certo? Por isso, nossa matriz residencial está atendendo a condomínios fechados, que historicamente sabemos ser o princípio básico de uma vida em um castelo.

Contudo temos um fator muito importante a considerar, pois na época dos castelos as coisas eram um pouquinho mais sérias, não? A violência era implacável. Se alguém invadisse um castelo, as consequências seriam avassaladoras.

Hoje, temos a figura dos condomínios para protegermo-nos, mas estamos passando por um período de nossa história em que os lucros falam mais alto do que qualquer princípio de segurança que deveria ser feito para o local. Vejo condomínios maravilhosos, com casas divinas, porém com muros de apenas um tijolo em pé.

O princípio não seria segurança?

Não adianta colocar cercas elétricas caríssimas, câmeras com visão do Super-Homem, sendo que basta apenas um martelinho e alguns minutos para romper-se um muro e entrar diretamente no terreno das casas, ou até mesmo nas residências, e para piorar as casas estão encostadas nos muros, dificultando assim qualquer visão sobre os fatos.

A segurança deveria ser um processo, não apenas uma consequência. Se vamos montar um condomínio, para oferecer mais qualidade de vida para seus moradores (mesmo assim objetivando lucros, pois nenhuma sociedade vive sem isso), então por que não fazer o dever de casa?

E qual seria o dever de casa?

Para um condomínio, alguns fatores são primordiais, tais como:

  1. Segurança física perimetral
    a. Muros blindados.
  2. Segurança eletrônica
    a. Câmeras;
    b. Cerca elétrica;
    c. Concertina; e
    d. Controle de acesso.
  3. Segurança individual (por casa)
    a. Sistema de alarme monitorado 24 horas; e
    b. Automação.
    E que os castelos sejam nossa nova realidade!

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