O debate gira em torno de medicamentos considerados por muitos como placebos.

“Esse medicamento possui comprovação científica?”. Questionam.

  • Por acaso os milagres precisam de aprovação dos órgãos internacionais de saúde?
  • Precisam de comprovação científica?

Se os templos de todas as religiões procederam curas em outras épocas – por que agora estão sendo fechados quando a população mais precisa de seus trabalhos espirituais?

Em tempos de Pandemia, surge essa polêmica. Se os templos deveriam ou não ser fechados?

Sendo mais conclusivo: se não servem para esse momento, não servem para momento algum!

O remédio oferecido pelas igrejas, além do conforto espiritual é o milagre. Paralelamente, os entendidos em Saúde insistem na premissa, que todo medicamento deve ter aprovação científica. Em tempos normais isso até poderia ser válido. Em tempos de desespero para se agarrar à vida, devemos aceitar até milagres sem reclamar. Vacinas que serão lançadas daqui a um ano não salvam os moribundos de hoje.

Se curas milagrosas não foram proibidas anteriormente e ainda os templos são protegidos pela Constituição, chegou o momento dos líderes religiosos se manifestarem.

O que é a fé? A fé move montanhas?

Chegou o momento também dos aspectos legais serem revistos. Templos são empresas comerciais ou instituições sem fins lucrativos? É possível separar o joio do trigo? É possível apontar enriquecimentos?

É possível saber quando é golpe? Se o enriquecimento é ilícito ou lícito? Podemos até julgar, mas podemos também deixar essa difícil tarefa para Deus. Até porque nossa fogueira não tão santa quanto no passado.

Charge: Heitor Fernandez.

Heitor Fernandez

Iniciou no jornalismo na década de 70 no extinto jornal "Nosso Tempo". Jornal tablóide semanário que ficou conhecido na região da Tríplice Fronteira pela sua obstinada luta pela liberdade de expressão. Colaborou com vários outros jornais e revistas vindo a ser reconhecido e provisionado como jornalista. Recebeu o registro em carteira de profissões regulamentadas em 17/06/97, através do Delegado Regional do Trabalho do Paraná, Tércio Alves de Albuquerque. Em julho de 2004 concluiu curso superior com habilitação em jornalismo na UDC (União Dinâmica de Faculdades Cataratas), quando foi orador dos formandos.

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