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Na primeira visita às instalações da Fundação Itaipu Brasil de Previdência Complementar (Fibra), nesta quinta-feira, 15, o diretor-geral brasileiro da Itaipu, general João Francisco Ferreira, foi enfático: “A decisão de mudar a sede da fundação de Curitiba para Foz do Iguaçu, no ano passado, foi bastante acertada”.

E explicou: “cheguei à Itaipu com muitas ações já consolidadas e essa medida foi mais um dos acertos do meu antecessor, general Joaquim Silva e Luna”, disse. Para Ferreira, essa decisão reforça a política de unificação de Itaipu na cidade-sede da empresa. “É bom para os empregados, é bom para a cidade”.

A construção do prédio da Fibra, em tempo recorde de seis meses, gerou quase cem empregos, que se somam às mais de 2,5 mil frentes de trabalho advindas dos investimentos de R$ 2,5 bilhões da usina em obras estruturantes.

Inaugurada no final de março, a nova sede foi instalada em um terreno de 5.300 m² cedido pela Itaipu, na Vila A, com investimento de R$ 5,2 milhões da binacional.

A recepção foi feita pela diretoria da fundação.

O encontro foi o segundo de uma série de visitas do diretor-geral brasileiro às fundações ligadas à Itaipu Binacional. Nesta sexta-feira, 16, ele visita o Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

O general conheceu as dependências do novo prédio, que conta com sala de recepção, escritório principal, salas de reunião, miniauditório, salas da diretoria, além de copa, banheiros, vestiários e área de impressão. Também foi explicado ao diretor um resumo das atividades realizadas pelos empregados da fundação.

“Para nós, é uma honra receber o diretor-geral brasileiro e saber que o general Ferreira vai manter o alinhamento entre Itaipu e a Fibra”, disse a diretora-superintendente da fundação, Andréa Medeiros. Segundo ela, a diretoria vai manter os encontros bimestrais com o general Ferreira, prática que era feita com o antigo diretor-geral brasileiro.

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Foto: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional.

Mais de 7 mil vidas

Após a visita, foi apresentado ao diretor um aspecto geral da fundação, criada em dezembro de 1987 com o objetivo de suplementar a aposentadoria dos empregados brasileiros da Itaipu. No total, são 7.261 pessoas vinculadas à fundação, o que inclui 1.326 ativos, 1.685 aposentados, além de pensionistas e dependentes.

Desde que foi criada, a Fibra já concedeu R$ 2,7 bilhões em benefícios.

Andréa explicou também sobre a gestão da Fibra, que conseguiu, por exemplo, um rendimento de 1.997% entre 2000 e 2020, acima da meta prevista na época e muito superior ao rendimento da Bovespa, que foi de 720% no mesmo período.

“Nunca precisamos equacionar déficit, ou seja, nunca buscamos na patrocinadora ou no participante recursos para saldar déficit”, afirmou Andréa.

Ela também falou sobre o Plano Família Itaipu, lançado em janeiro de 2021, e disponível para os familiares em até 4º grau dos participantes ativos e assistidos, além de empregados do HMCC e do PTI.

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Foto: Rubens Fraulini / Itaipu Binacional.

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