A empresária contou sobre seus projetos voluntários, em um bate-papo no nosso quadro Café com Amigos, na live 100fronteiras.  Há 13 anos adotou a Terra das Cataratas como sua casa, juntamente com seu marido.  Desde sempre foi uma pessoa envolvida com o voluntariado e filantropia, e trouxe isso para a Tríplice Fronteira. Em tempos em que a covid-19 vem ganhando espaço, Neusa e algumas amigas estão produzindo máscaras de pano com as detentas da penitenciária de Foz, as quais já ajudou em outros projetos.
“Ser voluntário é se doar às causas sociais sem fins lucrativos, seja por motivos físicos, entidades públicas ou privadas”, afirma.
Ela também faz parte da família naval, em que muitas pessoas se mobilizam por meio do voluntariado. “Sozinhos não somos nada”, diz a empresária. Conta que para ser voluntário basta ter a capacidade de mobilizar os outros. Neusa tem o típico espírito de liderança e possui uma grande facilidade em realizar essa mobilização com as pessoas que a rodeiam. “Basta levantarmos a mão e pedir”, frisa. Alguns exemplos de grupos aos quais Neusa pertence: Voluntárias Cisne Branco e Geração Rosa, que já foi capa da revista 100fronteiras. Seu trabalho com as máscaras de proteção é a sua maior preocupação no momento. As máscaras já foram doadas para diversas entidades da região iguaçuense, todas passando pelo processo de higienização antes da entrega. Além de também estar participando da arrecadação de alimentos para as comunidades necessitadas neste período de quarentena. Outra paixão que Neusa compartilhou é o coral. Desde a época em que morava na cidade de Brasília, a empresária já participava, e quando chegou a Foz do Iguaçu teve a ideia de fundar o Coral Cisne Branco. Para aqueles que têm interesse em ajudar, basta contatar Neusa em seu Instagram particular.

Participe da conversa

1 Comentário

Deixe um comentário

Deixe a sua opinião