Giseli Rufino compartilha com a gente sobre as realizações profissionais e seus sonhos

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Giseli Rufino está sempre em evolução e encontra nos desafios a oportunidade de mostrar sua força e independência

Ela nasceu no Mato Grosso do Sul, mas desde 2010 mora em Foz do Iguaçu. Veio para a cidade a trabalho, atuar em uma loja de móveis e decoração. Formada em Administração, buscou aperfeiçoar-se no ramo da arquitetura, por isso fez um curso técnico de design de interiores.

Com conhecimento e experiência, em 2017 abriu sua própria loja de cortinas, juntamente com o esposo e sócio, Luiz Henrique Alves Ferreira, que a apoiou nesse desafio de se tornar empresária. “Ele é meu grande admirador, e eu sou muito grata por ele estar sempre comigo.”

“Com isso os desafios aumentaram, pois eu já não fazia mais somente a parte comercial, como também passei a ser responsável pelo setor financeiro e pela gerência.” Mas Giseli não desiste fácil e, com muita garra, superou as dificuldades; hoje comemora as grandes conquistas da carreira profissional.

Com a correria do trabalho, a sua rotina semanal é basicamente malhar, trabalhar e descansar à noite. No entanto, nos momentos de lazer, gosta de sair para jantar com o esposo, mas confessa ser apaixonada pelo lar. “Eu trabalho com isso, então a casa pra mim é o melhor lugar, pois eu valorizo muito meu próprio lar.”

Apesar da estabilidade de hoje em dia, a empresária ainda tem grandes sonhos a realizar e sabe que o seu ramo de atuação exige aperfeiçoamento e crescimento constantes. “A busca pelo conhecimento é incansável, e eu me adapto fácil às mudanças, tenho muita força de vontade, sou bastante corajosa e, mesmo quando as coisas são difíceis, eu persisto até conseguir. Isso é reflexo das mulheres da minha família, que são muito independentes e corajosas.”

“O que aprendi de mais importante é honrar a palavra, honrar aquilo que você prometeu”

“Fotografar a Gisele foi maravilhoso. Pensa em uma mulher prática, que topou todas as ideias para fotografar. Nos divertimos muito durante todo o processo. Sabe aquela frase: ‘Nosso santo bateu’?! Foi isso, o resultado não poderia ser outro!”

 

Texto: Patricia Buche 

 

 

Acessórios: Mariah Acessórios

Fotos: Raphael Lovaski



Formada em Jornalismo (UDC) e pós-graduada em Relações Internacionais Contemporâneas (Unila), atualmente é jornalista e editora na Revista 100fronteiras.


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