É notório o número de pessoas nas ruas e semáforos da cidade pedindo dinheiro ou ajuda para comprar comida. E isso pode ser um reflexo da pandemia, que fez com que muitas pessoas perdessem o emprego. Além disso, o número de assaltos em Foz passou a ser mais intenso na cidade. Ano passado, em meio à quarentena, a 100fronteiras publicou uma matéria sobre o aumento de ocorrências na cidade e agora parece que os assaltos voltaram a ocorrer de forma frequente na cidade, principalmente no comércio da região central.

Conversamos com alguns comerciantes que tiveram essa experiência recentemente. Confira os relatos.

Primeira vez e rendição com os funcionários

Joel de Almeida, proprietário da Pizzama, no Jardim Panorama, relata que o assalto aconteceu por volta das 23h30, quando estava com seus funcionários. Joel confirma que chamou a polícia e realizou um Boletim de Ocorrência. Essa foi a primeira vez que passou por uma situação como essa.

Roubo de mercadoria

Geórgia, proprietária da Gog Menswear, localizada em frente ao Shopping Mercosul, foi roubada na madruga de sexta para sábado por volta das 3h45.

Ela nos contou que o assaltante já tinha passado na frente da loja umas 18h jogando pedra.

“Não passa polícia nessa rua, ele teve tempo de pegar um ferro, estourar a fechadura e abrir a porta, pela grade. Ele amarrou dois cabos de vassouras com cadarço e foi pescando as roupas aqui, pegando todas as camisetas e polos que estavam na arara no alcance dele.” A polícia foi chamada e pelas câmeras de segurança conseguiram identificar o assaltante, que por sinal já é conhecido da polícia de Foz.

Duas vezes

Ana Fleck proprietária da loja Amélie Petit, nos contou que fez boletim de ocorrência duas vezes.

“Na ocasião foi a segunda vez, ele tentou tirar a parte da vedação do vidro com estilete, ficou batendo no vidro, era de madrugada às 05h da manhã.  Só que não conseguiu, daí eu tenho um outro vidro do lado que tem um perfurite, aí ele só quebrou o vidro e o perfurite não deixou o vidro cair. E no final de tudo ele viu a câmera, arrancou a câmera e levou. O alarme tocou também. Dessa vez não teve furto de mercadoria, foi só o prejuízo do vidro.”

A 100fronteiras contatou a Polícia Civil para esclarecimentos, mas até o momento da finalização desta matéria os dados não foram computados sobre o número de ocorrências de Dezembro e Janeiro.

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