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O Ecomuseu da Itaipu Binacional vai comemorar seus 34 anos, no dia 16 de outubro, com uma revitalização completa, obras de reforma e ampliação e novas atrações.

Para que o público não deixe de admirar as peças do acervo durante essa “pausa”, parte do material será transferido temporariamente para o Centro de Recepção de Visitantes (CRV) da Itaipu.

A exposição “Ecomuseu Itinerante” será aberta no dia 15 de outubro, no CRV, e deve permanecer no local até o dia 15 de julho de 2022. No local, os visitantes poderão ver algumas peças que, normalmente, estariam expostas no Ecomuseu. O público não precisará pagar para visitar o acervo.

Não haverá prejuízo àqueles que desejam conhecer mais da história da Itaipu. E será um ‘aperitivo’ de todas as novidades que os turistas encontrarão quando o museu reabrir”, explica Leila Alberton, gerente da Divisão de Educação Ambiental da Itaipu.

O prédio que abriga o acervo do Ecomuseu será fechado a partir do dia 15 de outubro. A previsão de reabertura é em agosto de 2022. Os projetos prometem um espaço ainda mais atrativo para todas as idades.

Estão previstas nova fachada, nova entrada de visitantes, construção de prédio anexo para exposições e ações educativas, loja de suvenires, bistrô com produtos regionais e um auditório para 150 pessoas.

O prédio atual do Ecomuseu também passará por reformas estruturais, com adequações para acessibilidade universal, modernização de banheiros e guarda-volumes.

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Ecomuseu de Itaipu será totalmente revitalizado. Foto: Nilton Rolin/Itaipu Binacional.

“Como o prédio é da época da construção da usina, essa reforma é importante para garantir a preservação do acervo, pois o uso inicial do prédio não foi pensado para ser um museu. Está sendo trocado o telhado, o piso será todo refeito, e o encanamento será colocado na parte externa do prédio, assim como a elétrica.

Estas ações são importantes pois contribuem para preservação do acervo e para qualidade das visitas ao museu”, explica a museóloga Tamiris Amâncio.

A expografia do museu também será atualizada quase que totalmente. Será um espaço lúdico, onde os visitantes poderão acessar aspectos das exposições. “Itens como as urnas funerárias, que estavam em reserva técnica, voltarão à exposição”, diz Tamiris.

Além disso, grande parte do acervo dos programas de energias renováveis de Itaipu será transferida para o local, em um espaço dedicado à educação, ciência e tecnologia.

Entre eles, os protótipos elétricos desenvolvidos pela Itaipu, como o primeiro avião elétrico da América Latina.

Uma das novidades será o Polo Astronômico Casimiro Montenegro Filho, que deixará o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), onde está instalado atualmente. No novo Ecomuseu, o atrativo vai ganhar sala de projeção e um telescópio novo e mais potente.

“O Ecomuseu é muito mais que um museu. É um complexo educacional e turístico que contribui com a missão da Itaipu, que é cuidar de seu território de uma forma sustentável, contribuindo com a geração de energia. E, com essa ampliação, vai se transformar numa das estruturas mais modernas e tecnológicas do Paraná e do Brasil”, afirmou o diretor de Coordenação da Itaipu, general Luiz Felipe Carbonell.

Alguns itens do acervo do Ecomuseu poderão ser vistos no CRV. Foto: Caio Coronel/Itaipu Binacional.

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, 2,8 bilhões de MWh.

A hidrelétrica é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 11% de toda a energia consumida pelo Brasil e aproximadamente 90% do Paraguai.

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