Na tarde desta quinta-feira (28) o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia divulgou os dados do primeiro semestre do ano, Foz do Iguaçu gerou 1.365 empregos formais nos últimos seis meses.

Em comparação ao mesmo período de 2021, quando foram gerados pouco mais de 1,2 mil oportunidades, houve um crescimento de 11%, número positivo para a economia.

Mesmo com oscilações, Foz vem conseguindo recuperar as perdas registradas durante a pandemia. O ano começou com a abertura de 279 postos de trabalho em janeiro. Em fevereiro a oferta de empregos cresceu, sendo formalizadas 704 contratações. Em março houve um ligeiro declínio na economia e a cidade perdeu 54 vagas. Em abril, o gráfico voltou a apresentar expansão com 150 contratações. Em maio o volume de contratações saltou para 176, e em junho 110 postos foram abertos. 

Os setores de serviços e comércio foram os que mais cresceram nos últimos seis meses, gerando juntos pouco mais de mil oportunidades. O departamento de alojamento e alimentação foi um dos responsáveis por alavancar as contratações, já que os feriados prolongados de Corpus Christi, Dia de São João Batista e aniversário da cidade movimentaram os hotéis, atrativos turísticos, bares e restaurantes.

A construção civil, deu um bom saldo em junho com a abertura de 102 vagas. No acumulado do ano foram 191 empregos formais na área. A indústria, sem grande foco na região, contabilizou a abertura de 39 empregos.

Em todo o ano passado Foz gerou um total de 4.228 empregos formais em diversas áreas. O saldo positivo corresponde ao comparativo entre 31.579 contratações e 27.351 demissões. Estes números oscilaram bastante ao longo do ano passado, mas encontraram estabilidade no último trimestre, que foi impulsionado pelas festas de final de ano.

Números nacionais

O Brasil fechou o mês de junho com um saldo de 277.944 empregos formais (com carteira assinada), o saldo de junho foi resultado de 1.898.876 de contratações e 1.620.932 desligamentos.

No acumulado do ano, foi registrado saldo de 1.334.791 empregos, decorrente de 11.633.347 admissões e de 10.298.556 desligamentos (com ajustes até junho de 2022).

Na média nacional, os salários iniciais pagos a quem foi admitido em um novo emprego em maio foi de R$ 1.922,77. Comparado ao mês anterior, houve acréscimo real de R$ 12,99 no salário médio de admissão, uma variação em torno de 0,68%.

Com informações do Gdia e Agência Brasil.



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