DERMATOLOGISTA ELIZABETH SENRA FALA SOBRE REJUVENESCIMENTO ÍNTIMO FEMININO.

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Falando dos benefícios do rejuvenescimento íntimo, assunto ainda considerado tabu para muitos, a Dermatologista Elizabeth Senra explica que, além de melhorar esteticamente a região intima feminina, o rejuvenescimento traz diversos benefícios, e ainda é uma questão de saúde pública.

Embora recente, o tratamento está no Brasil desde 2015, a sua procura é maior por parte de mulheres de meia idade , entre 50 e 60 anos, que começam a entrar na menopausa e com isso perdem a lubrificação e sentem dores durante as relações sexuais.

Com o aumento do empoderamento feminino, as mulheres têm cada vez mais segurança para expor o que as incomodam. A Dermatologista explica que, no caso dessas mulheres a partir dos 50 anos, buscam-se soluções para problemas que as impedem a mulher de ter uma vida com mais qualidade e prazer, e quando se fala em prazer, Elizabeth Senra se refere ao prazer sexual.

A vida sexual da mulher 50+ não pode ser um tabu, como tem sido há tantos anos. No universo feminino, infelizmente, nada gera mais tabu do que a região íntima, e é preciso superar essa situação. Por isso, é importante falar sobre o rejuvenescimento íntimo feminino, que é um tratamento tanto estético quanto terapêutico, capaz de melhorar a saúde, o bem-estar e a autoestima da mulher.

As alterações da região genital feminina são frutos do processo natural de envelhecimento. Em casos terapêuticos, as indicações mais comuns são para incontinência urinária leve, atrofia vaginal, perda de tônus e falta de lubrificação.

Por exemplo, no período do climatério, que é a transição entre o período reprodutivo e não reprodutivo na mulher, surgirão os primeiros sinais e sintomas da falência ovariana. Isso gera uma alteração hormonal conhecida como hipoestrogenismo, provocando mudanças no organismo, principalmente relacionados ao sistema gênito-urinário.

A baixa de estradiol leva a diminuição da hidratação da mucosa vaginal, além da diminuição do tecido subcutâneo e de sua capacidade de regeneração. O resultado deste processo é a atrofia do tecido vulvar, que passa a incomodar as mulheres com sintomas como ressecamento vaginal, irritação e dispareunia (dor no ato da relação sexual) e, consequentemente, diminui a libido e o prazer durante a relação.

Associa-se a isto a síndrome do relaxamento vaginal, causada por alterações fisiológicas que o corpo da mulher passa ao longo da vida, como gestações e alterações hormonais, resultando na diminuição do tônus vaginal, conhecido como flacidez vaginal e que pode ser sentido também pelo parceiro durante a relação.

O tratamento íntimo, por meio de técnicas com laser e da restauração desta região, oferece às mulheres resultados próximo da funcionalidade normal antes da menopausa, porque ele atua diretamente no melhoramento das questões já mencionadas. Na verdade, o procedimento é bastante simples: o laser vaginal é uma técnica de aplicação da energia que, anteriormente, era realizada somente em outras partes do corpo. Mas hoje, a tecnologia foi adaptada para melhorar a parte funcional do sistema gênito-urinário ou apenas esteticamente na região externa. Ao passar pelo procedimento, o efeito de contração aumenta o tônus muscular da região e, ao mesmo tempo, estimula a produção de colágeno. Além disso, com o aumento da temperatura local, também se melhora a circulação sanguínea na região, aumentando a umidade do canal, melhorando a lubrificação e restaurando a mucosa, a elasticidade e a contração vaginal. O procedimento traz muitos benefícios para a saúde, aumentando a sensação de bem-estar e elevando a autoestima da mulher 50+. Tudo isso de forma muito segura, pouco invasiva e o melhor de tudo, com custo razoável.

Diante disso, a mulher deve se perguntar: Qual é mesmo o motivo de nós, mulheres, não cuidarmos melhor da nossa região genital para ter mais saúde e prazer?

Fica a dica: “Menos tabu e mais bem-estar é o que as mulheres dos tempos atuais precisam”!

Serviço: www.elizabethsenradermatologia.com.br

Instagran: @draelizabethsenra

Foto: Fernando Castro.

 




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