No começo deste mês, a 100fronteiras esteve no Parque Monjolo e fizemos então uma matéria relatando a situação que vimos. Ao final, relatamos que entramos em contato com os órgãos responsáveis (Ouvidoria da Prefeitura, Sanepar, Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria do Planejamento) questionando algumas das situações que encontramos. Aqui está a resposta da Ouvidoria:

100fronteiras: Durante a pesquisa para a matéria, vimos que existe um planejamento para manutenção, revitalização e recuperação do parque. Poderia me passar mais algumas informações sobre ele? Quando vocês acham que o projeto começará a ser implementado?

Ouvidoria da Prefeitura: A Prefeitura de Foz, por meio da Secretaria de Obras, está executando obras estruturantes no Jardim Central, região a qual abriga o Parque Monjolo. Até o momento, todo o bairro ganhou um novo sistema de drenagem e será totalmente asfaltado ainda neste ano.
Após a conclusão dessas obras, um estudo deverá ser feito pelas secretarias de Planejamento e Obras, com o objetivo de revitalizar o local.

Parque Monjolo em Foz do Iguaçu – Foto: 100fronteiras

100f: Também, quando estávamos no local, vimos que existia uma espuma branca na água, vocês saberiam dizer qual a origem ou motivo dela?

OP: Técnicos da Secretaria de Meio Ambiente estarão no local para realizar um estudo sobre a situação a averiguar qual o conteúdo do material.

100f: Neste projeto existe algum planejamento para aumentar a segurança do local?

OP: A Secretaria Municipal de Segurança Pública informa que já está em prática o sistema de monitoramento do local. Além de câmeras de segurança que cobrem toda a região do Parque, há também o patrulhamento diário pelas viaturas da Guarda Municipal.

Parque Monjolo em Foz do Iguaçu – Foto: 100fronteiras

100f: Poderiam também me falar um pouco melhor como funciona aquele sistema construído para captação de lixos na água?

OP: O sistema de captação de resíduos foi desenvolvido pela Secretaria de Obras. Ele retém o lixo que é captado com as águas pelo serviço de drenagem durante as chuvas, evitando que os materiais poluam o lago.
A estrutura possui dissipadores para conter a pressão da água e cinco telas com tamanhos gradativos para reter todos os tipos de lixo. Mais do que a necessidade de manter um ambiente limpo, o serviço serve também para a educação ambiental dos moradores sobre os riscos do descarte incorreto de resíduos.
Para evitar o mau cheiro e outros problemas, a secretaria faz a manutenção constante do equipamento, dando a destinação correta aos descartes com o auxílio da Secretaria de Meio Ambiente.
A intenção é promover a conscientização ambiental nos moradores, para que vejam a quantidade de lixo descartado incorretamente e quais seriam os riscos se ele entrasse em contato direto com a água do lago.

Diálogos 100fronteiras

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