O Floresta clube, porém, tem histórias de bem antes disso. Há mais de 40 anos, surgia o clube que hoje deixa muitas saudades. Antes de começar a contar para você, gostaria de deixar um agradecimento especial para Roseli, Edson, Jussara, Tati, Soninha, Fabiana, Monica, Heraldo, Silvio e Márcia, por dedicarem parte do tempo deles e me ajudarem a contar os casos do Floresta.

Agora, rebobine a fita aí e venha comigo de volta no tempo. O ano era 1978, quando Edson Stelle Teixeira, então chefe do Setor de Relações Industriais da SOT (Superintendência da Obra), da Itaipu Binacional, foi chamado para ser o primeiro presidente do Floresta Clube.

Foi em uma tarde, durante o trabalho na usina, que Edson foi chamado à sala do Dr. Rubens Vianna de Andrade, primeiro superintendente de Obras e ex-diretor técnico executivo da Itaipu Binacional. O superintendente disse que o nome dele havia sido indicado pela Diretoria Técnica para fazer parte da diretoria de um clube a ser fundado na Vila A. Em um encontro com os diretores, eles disseram: “Oh, você vai ser o diretor, você o vice…”. E foi assim, não teve nenhuma eleição.

Na ocasião, eles nem tinham ideia de que o clube estava sendo construído, mas como diz o ditado: “Missão dada é missão cumprida”. Edson, juntamente com outros colegas, aceitou o desafio de operacionalizar. Ele seria o presidente, e Eduardo Honorário Lane – já falecido –, o vice-presidente.

Registro da construção do Floresta Clube.

“A gente nem sabia que estava sendo construído um clube, nem fazia ideia, a gente sabia que estava havendo uma construção na Vila A, mas como na época estava sendo feita a construção do hospital e do [colégio] Anglo-Americano, não tínhamos ideia”, conta.

“Fomos fazendo uma pauta do que precisava, um regimento interno, e nesse regimento interno constavam as regras e funcionamento, horários, piscina, atividade sociais, discoteca, ocupação dos campos de futebol, das piscinas como funcionaria – tinha que ter um médico porque precisa fazer exames médicos, tinha que ter carteirinha para entrar no clube e usar a piscina, restaurante”.

Edson teixeira, primeiro presidente do floresta clube

Somente após o convite, eles ficaram sabendo que seria um clube, em fevereiro de 1978. Em março daquele mesmo ano, em um barracão de madeira que existia na Vila A, ocorreu a primeira reunião. E foi na prática e em reuniões de duas a três vezes por semana que a primeira diretoria do Floresta Clube aprendeu a como manejar o futuro local.

Edson recebendo homenagem como Amigo da Marinha – O Floresta Clube cedeu a
piscina olímpica para treinamento dos marinheiros.

Nome e logotipo

Já nas primeiras reuniões, uma dúvida surgiu: “Qual seria o nome do clube?”. Os diretores decidiram então consultar, em forma de enquete, aproximadamente 30% de moradores da “Vila”. Eram cinco opções de nome, entre eles: Paineiras, Pinheiros e Floresta. O mais votado foi Floresta Clube.

Primeiro logotipo e que perdurou a vida inteira do Floresta Clube.

O logotipo foi definido pela organização do clube. Entre seis participantes, o que ganhou foi o criado por João Odirlei da Silva, funcionário da Diretoria de Coordenação da Itaipu Binacional. Símbolo que perdurou por toda a vida do Floresta.

Capacidade do clube

A posse como membros da diretoria do Floresta foi em um jantar no Ipê Clube, na Vila B. Lá eles foram nomeados oficialmente. Também foram informados de que a capacidade do clube seria de dois mil sócios no máximo – o que envolvia em torno de 10 mil a 12 mil pessoas da família aproximadamente.

Para Edson e os colegas, isso foi um baque, pois no regimento interno eles tinham de colocar quem seria sócio, qual o cargo e a função das pessoas. Eles precisaram fazer uma espécie de “seleção”, por função de trabalho. Mesmo assim foi necessário restringir muito o número.

“Por exemplo, onde eu trabalhava, o meu motorista não podia ser sócio. Com os outros diretores a mesma coisa, não por causa da pessoa dele em si. Existiam dois mil motoristas na usina, se admitíssemos um como sócio teríamos que admitir todos, e os outros cargos? Pessoas? Estamos falando nessa época de 20 mil empregados, então foi muito triste para a gente, que tinha vizinhos e amigos dos filhos do colégio que não podiam entrar no clube”, recorda com ar sentimental.

Apesar de muita discussão porque um sempre defendia o seu amigo ou funcionário, a decisão era tomada com base no voto. Edson informa que eles eram voluntários, não recebiam salário – inclusive pagavam mensalidade. A única regalia que tinham era poder estacionar o carro dentro do clube e uma mesa em dias de baile.

Os bailes eram uma das principais atrações do Floresta Clube.

O clube

Depois de inúmeras reuniões de logística, o Floresta Clube finalmente abriu suas portas em uma quinta-feira, no dia 7 de setembro de 1978. Edson lembra como se fosse ontem que o tempo ameaçava chover. Porém mesmo com o tempo instável a inauguração das instalações esportivas aconteceu.

Visita do ex-presidente Emílio Garrastazu Médici durante a construção do
Foresta Clube. Da esquerda pra direita: Dr. Aluísio, diretor administrativo da IB,
Ex-presidente Médici, Edson Teixeira, General Costa Cavalcanti, Mario Andreaza e
Jorge Figueiredo, ex-diretor de Comunicação do Floresta.

Ele relata que a quadra de voleibol foi inaugurada com um jogo contra a equipe do Country Clube de Foz – que foi convidada. Já o time do Floresta foi formado no momento da abertura.

No dia seguinte, 8 de setembro, o clube foi aberto para todos os sócios. O primeiro almoço aconteceu no domingo (10). Segundo Edson, foi um fiasco. Os diretores não esperavam que tantas famílias comparecessem. Faltaram cozinheiro e garçom. A espera para ser atendido chegava a uma hora.

Primeira edição do jornal O Galho, do Floresta Clube, em 1979

Mesmo com o “desastre”, Edson avalia que foi um ponto positivo, pois a partir do erro eles aprenderam. E com o aprendizado mais gente comparecia para fazer refeições no local. Inclusive teve uma época em que o almoço era realizado no salão social, pois o restaurante havia ficado pequeno. “Principalmente as mulheres que não gostavam de cozinhar em casa, tinham o clube perto, e iam para lá.”

Um dos diferenciais do clube era a piscina semiolímpica com 312,50m², piscina recreativa com 419,37m² e piscina infantil com 85,30m², as quais contavam com salva-vidas e ficavam abertas até às 22h. Uma revolução para a época. Tinha também pista de skate e patins, quadras de tênis e de voleibol, sauna seca e churrasqueiras em meio às árvores.

Por falar em piscinas, qual sócio não se lembra de ter de passar obrigatoriamente pelo jato de água gelado para poder acessá-las?

Da Itaipu para a cidade

O Floresta projetou a cidade e aproximou a comunidade. Durante os eventos abertos, a sociedade era convidada. Teve torneio de interclube, de sinuca, semana de jogos esportivos… “Então a gente sempre fez essa aproximação com a cidade, porque até antigamente a Itaipu era vista como antipática, pois eles tinham um poder aquisitivo maior, mas o clube acabou amenizando isso, abrindo portas para toda a comunidade”, explica Edson.

Curiosidades

Em 1979 também começaram os bailes no local. Muitos artistas consagrados da época se apresentaram, nomes como Ângela Maria, Roberto Carlos, Altemar Dutra, Perla e Martinho da Vila.

Show da Clara Nunes com bingo revertido para a AACD.

Por falar em Ângela, um fato curioso: quando foi contratada, ela não queria ficar em hotel, disse que não gostava, então ela e mais três músicos ficaram na residência de Edson e se espremeram em um quarto minúsculo. Ela também tinha um jeito peculiar: à noite abria a geladeira, pegava um bife de fígado cru, lavava e comia.

Outro que ficou marcado foi o cantor Altemar Dutra, que pediu para ir até a residência de Edson às 4 da tarde tomar uísque.

O “rei”

Já um outro fato marcante foi quando Roberto Carlos veio apresentar-se em 1979, contratado pelo próprio Floresta Clube. Era para ele vir no mês de julho, mas devido a um problema de agenda ficou para agosto. A Itaipu do lado paraguaio soube e quis que Roberto se apresentasse no país guarani no aniversário do então presidente Alfredo Stroessner, que era em novembro.

Assim, a usina mandou Edson pessoalmente para tratar sobre isso no Rio de Janeiro com o empresário do músico, Marcos Lázaro. Com o show extra, o clube se livrou de algumas despesas, como estada e transporte.

“No Floresta foi tenso, porque a segurança física da Itaipu tinha medo que houvesse tumulto. Nessa época ele já estava no auge; impuseram uma série de condições que para o clube não foi muito benéfico: limite de 1.500 pessoas, todas as cadeiras tinham de ser amarradas umas nas outras, guardas em cima do mezanino, restaurante fechado… Fazia muito calor, gente querendo água, e nós não podíamos fazer nada”, ressalta.

O primeiro presidente do clube relembra, entretanto, que quando o “rei” subiu no palco todo mundo ficou quietinho, sem tumulto, e foi um show maravilhoso. Digno de ficar na memória por mais de 40 anos.

Baile de Debutantes

Outro momento inesquecível foi o primeiro Baile de Debutantes, em 1979. Soninha Zatone foi uma das moças que debutaram e conta que na época foi uma novidade na cidade. O baile servia para apresentar oficialmente as meninas à sociedade. “Começava ali uma nova fase nas nossas vidas. Isso significava que, a partir daquela data, a jovem poderia participar de reuniões sociais, começar a usar roupas mais de adultos e ter permissão para namorar. Era assim naquela época.”

Segundo Soninha, apesar de fazer muitos anos daquela data, ela não esquece o misto de emoção e nervosismo que sentiu principalmente na hora de dançar a valsa e no momento da entrega dos anéis que receberam como presente. Na época quem entregou foi o prefeito da cidade, Clóvis Cunha Vianna.

Quem comandou a festa na ocasião foi uma banda que era bem conhecida por tocar em clubes renomados chamada de Edinho Santa Cruz Show. O apresentador da noite foi o ator Paulo Figueiredo, bem famoso na época.

Dessa mesma noite, o que ela não me contou – ou não lembra, porém que Edson não esquece – é da moça que estava coordenando a festa. “A moça ficou doida quando chegou o conjunto para tocar, eram quatro ou cinco rapazes bonitinhos na época, e as meninas que iam debutar correram para o ônibus, e a moça foi atrás delas”, revela aos risos.

Carnaval

Muito já se ouviu falar sobre os carnavais no Floresta, contudo o primeiro foi em fevereiro de 1979, e a decoração foi a diretoria mesmo quem fez. Eles pintaram panos para decorar a noite árabe. Passados uns anos, uma empresa foi contratada para fazer a decoração.

Vale lembrar que nas festas os não sócios podiam comprar a entrada e participar. Edson recorda que eles investiram muito no carnaval da cidade. Eram blocos com mais de 300 pessoas.

Ele relembra que, quando tal bloco ia entrar, o clube inteiro parava para o anúncio, e o bloco tomava conta do salão inteiro. Apesar de ser uma loucura por conta do carnaval, havia muita segurança, menciona o ex-presidente.

Já para Soninha Zatone, era uma festa familiar. Uma grande família, na qual todo mundo se conhecia. “Éramos um grande bloco no salão, todo mundo brincava descontraído. Na época do auge, dos anos 80, sempre foram cinco noites. Começava na sexta-feira e tinham duas matinês.”

E continua dizendo que naquele tempo todo mundo se fantasiava e chegava no salão com o coração cheio de alegria e descontração. A “brincadeira” ia das 23h às 4h. “É uma saudade daquele momento de alegria, daquela geração dos anos 80. Era uma grande festa, linda e com muita alegria. A decoração do clube era sempre impecável”, rememora com nostalgia.

Uma história de amor

Quem também guarda o Floresta no coração é Márcia Modolo. Ela chegou a Foz em 1976. Seu pai veio para trabalhar na usina, onde era o responsável pelo alojamento em que todos os barrageiros ficavam hospedados. Márcia tinha 8 anos de idade na ocasião.

Em 1982, aos 14 anos, conheceu o futuro marido, Sergio Camilo Xavier, no Floresta Clube. Ela conta que eles estavam jogando voleibol. Na ocasião, ele era noivo, e ela namorava, porém eles começaram a conversar como amigos e se apaixonaram.

Logo após terminarem os respectivos relacionamentos, começaram a namorar. Namoraram por dois anos, durante os quais se encontravam todas as noites no clube. Em 1984 se casaram. Hoje já são 37 anos de casados e desse casamento nasceu o fruto, a filha chamada Jacqueline Modolo Xavier, que tem 31 anos.

“Saudades do nosso Floresta Clube, dos bailes, dos encontros com amigos, que era normal, rotina. Todos os dias, após saírem da Usina de Itaipu, nos encontrávamos para tomar uma sauna, jogar bola, curtir uma piscina, enfim, uma deliciosa confraternização entre amigos”, relembra com carinho.

As famosas partidas de sinuca

Silvio Kossuke Hara era um adepto das mesas de sinuca do Floresta Clube. Para ele, era um lugar que o fazia feliz, assim como o fato de estar todos os dias reunido com os amigos e jogando sinuca. Naquele local, fez amigos que carrega sempre no coração e na vida. Durante os campeonatos, eles se divertiam e davam apelidos aos colegas, como o de Gatão, apelido dado ao colega e amigo Joelso Lima – já falecido.

O Floresta Clube também era conhecido pelos campeonatos de sinuca.

“Em nossas vidas temos acontecimentos, momentos e lugares que nos fazem felizes e são importantes, que jamais se apagam da memória. O Floresta Clube foi um lugar que resume tudo isso (…). Tentamos encontrar solução para que não fechasse, imaginávamos como seria sem nossos encontros diários para aquele divertimento e bate-papo. Solução essa que jamais encontramos, e o clube foi fechado. Hoje ele é uma lembrança e quando passo na frente me lembro dos momentos e dos amigos que ali fizemos. Foram anos felizes e inesquecíveis.”

Ala Jovem do Floresta

Monica Garcia conta que o Floresta inclusive teve uma Ala Jovem, que começou em janeiro 1984, quando a diretoria do clube convidou os jovens frequentadores mais assíduos para fazerem parte. Heraldo Garcia foi o primeiro presidente da Ala Jovem, que era um grupo formado voluntariamente com o objetivo de ouvir os seus integrantes como voz do associado, para que fosse criada uma programação atrativa e que gerasse entretenimento saudável para o perfil, com participação nos eventos sociais do Floresta.

“Estava criada a primeira formação, e o Heraldo Garcia foi o primeiro presidente da Ala Jovem do Floresta Clube. Nem o clube e nem nós tínhamos ideia que isso seria tão grandioso em nossas vidas. Foi um movimento realmente transformador, para a comunidade e para o Floresta Clube. Acho que hoje é um case de sucesso. Pensávamos, e a nossa criatividade foi muito além do objetivo inicial. Realizávamos todos os eventos sociais do clube, tinham a nossa voz, e esta Ala Jovem, que já era uma turma de amigos, virou uma irmandade”, informa.

Ala Jovem, gestão de 1990.

Nesse movimento, realizaram diversos eventos e eventualmente se tornaram pessoas públicas do clube. Monica destaca que eles tinham de ser exemplo para outras pessoas. Com o passar do tempo, inspiraram outros jovens. “Nós defendíamos uns aos outros, protegíamos os mais vulneráveis e cobrávamos a ética e o comportamento adequado para aquele grupo. A gente se divertia muito, sonhava com grandes eventos.”

No mesmo grupo, em que eles eram muito amigos, às vezes precisavam exonerar alguma pessoa por conta do princípio correto e ético que a organização em que estavam seguia. Monica fala que era como fazer parte de uma terapia em grupo. “Muitos de nós somos padrinhos de casamento, padrinhos de filhos uns dos outros, advogados e muitas outras coisas… Nos amamos de verdade até hoje.”

E ela se emociona ao contar sobre o grupo, enfatizando que se hoje é a irmã, amiga, mulher e profissional que se tornou, é por conta da Ala Jovem. “O Floresta era a vontade de viver tudo isso como se fosse o primeiro ano do resto de nossas vidas, e sou muito grata e honrada com este convite.”

Fechamento

Os mandatos de presidente do clube duravam um ano, e até 1993 era a Itaipu que indicava. Depois começou a ter eleição. Edson acredita que um dos motivos para o fechamento foi haver muita inadimplência nas mensalidades com o passar do tempo.

O Floresta Clube foi construído pela usina para atender os funcionários que se deslocaram de outras cidades para trabalhar na obra de construção da barragem. Durante quase 30 anos de funcionamento, o clube foi palco de shows memoráveis, que marcaram a época dos empregados de Itaipu e de toda a comunidade iguaçuense.

O local foi palco de festas com milhares de pessoas, formaturas, festas juninas, à fantasia, baile do Havaí, além de diversas atividades ligadas ao esporte e ao lazer.

Hoje em dia deixa saudades em muitos sócios que, assim como Edson Teixeira (o primeiro presidente do local), foram associados até o clube fechar as portas em definitivo.

Para ele, o clube era como um filho que viu crescer, e sempre fica meio emotivo quando passa por lá para visitar a filha que mora na Vila A. Aliás, foi a filha quem forneceu o telefone de Edson para que pudéssemos conhecer essa história. Então fica um agradecimento a ela também por esta matéria ser escrita.

Vista aérea do Floresta.

O local hoje

Após encerrar as atividades, em 10 de abril de 2008, o patrimônio em desuso voltou à administração da Itaipu Binacional e foi disputado e desejado por diversos órgãos – particulares, municipais e estaduais – devido à localização privilegiada, complexidade, estrutura e mata verde.

Em setembro de 2008, depois de diálogos entre a diretoria do Instituto Federal do Paraná (IFPR) e da Itaipu, o campus de Foz do Iguaçu da instituição de ensino iniciou sua atuação.

Em abril de 2010, a área do antigo Clube Recreativo Floresta foi doada oficialmente. A partir dessa data, as instalações foram reformadas para abrigar as atividades educativas.

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5 Comentários

  1. DE FATO APÓS CONCLUIR A AMAN EM 77,CHEGUEI A FOZ DO IGUAÇU PARA SERVIR NO 1ºB FRON EM FEV 1978, Lá de longe se enxergava aquele nevoeiro marrom junto com o por do sol, quando parei para conferir mais uma vez o mapa do GUIA 4 RODAS, naquela época ainda havia muitas ruas e estradas que não estavam pavimentadas aquele pó no ar aliado a uma temperatura de 43ºC, me marcou muito…e vivi ai até maio de 1984 saudades daqueles tempos…

  2. Uma ideia e capa de matéria para o 100 fronteiras: AS GINCANAS QUE ACONTECIAM NA CIDADE! MAS DESDE O PRÍNCIPIO,SE NÃO ME ENGANO DE 1985 ATÉ 2000! Deve ter algum participante ainda em Foz. Eu não participei,mas via e acompanhava pela rádio Itaipu fm. Pode ser que eles conheçam algum participante tbm. E tem muitas histórias da nossa cidade que nos anos 70,80 e 90 era muito pra frente,trazendo novidades em primeira mão na região oeste,e a nível Brasil tbm

  3. Muita Historia pra pouca matéria, poucas fotos, poucas historias citadas…aos redatores : Mais criatividade e empenho nas matérias! Me expresso fazendo um critica construtiva, espero que a equipe entenda e cresça.

  4. Muito legal,mas alguém ou os próprios
    esponsaveis de Itaipu que tiraram muitas fotos , poderiam colocar no Google ou um site tudo que se tem, pois essa época ficou marcado no coraçao de muitas pessoas….saudades

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