Assessor especial do diretor-geral da Itaipu, Jorge Ricardo conta sobre os projetos futuros da binacional

O assessor Jorge Ricardo Aureo Ferreira, na tarde de terça-feira, participou da live 100fronteiras, em uma entrevista ao nosso editor Denys Grellmann, na qual falou sobre alguns futuros projetos da Itaipu Binacional e sobre o momento da pandemia, com seu papel social diante da saúde. 

Trabalhando como braço direito do general Luna, diretor-geral da Itaipu Binacional, ele iniciou sua carreira profissional em 1972 no Exército Brasileiro, passando também pelo Conselho da Justiça Federal, Ministério da Defesa e Hospital das Forças Armadas como administrador.

Seu primeiro contato com a Tríplice Fronteira foi na década de 1990, e neste ano (2020) foi convidado pelo general a assumir o cargo de assessor. Sua primeira impressão de Foz do Iguaçu foi de uma cidade muito acolhedora, com pessoas acolhedoras, bem cuidada e com lindos lugares para conhecer e visitar.

Começa nos contando que desde 2003 a Hidrelétrica de Itaipu não tem apenas o objetivo de gerar energia limpa, mas também uma responsabilidade de cunho social, tanto na saúde quanto na construção de obras estruturantes para a cidade e outros municípios da região.

A nova gestão comandada pelo general Luna já trouxe muitos impactos para a sociedade iguaçuense, com alguns projetos:

O diretor, como afirma Jorge, busca deixar o seu legado trabalhando de forma empática, sabendo valorizar os convênios de Itaipu e focando em obras que dão grande impacto social.

Um belo exemplo é a Ponte da Integração, que irá auxiliar na fluidez do trânsito na Ponte da Amizade e na circulação de grandes cargas pela cidade.

Jorge cita como hobby as caminhadas pela Av. Paraná, onde é possível visualizar as metas da OMS para desenvolvimento, e afirma: “A Itaipu trabalha com esses objetivos há anos, tanto com a saúde, a infraestrutura, entre outras”.

Qual o posicionamento da Itaipu na quarentena?

“Em parte, estamos em home office, principalmente funcionários que fazem parte do grupo de risco, mas existem também aqueles que são fundamentais para a manutenção de nossos serviços e continuam seu trabalho, mas nossa equipe está sempre preparada para a piora da pandemia.”

Para o laboratório do Hospital Ministro Costa Cavalcanti foram liberadas linhas de crédito, além de toda uma reestruturação do hospital para receber pacientes de risco contaminados pela covid-19, pois lá todos estão preocupados com a segurança dos funcionários e outros pacientes.

Finalizou enfatizando que a missão da usina hidrelétrica de Itaipu não é apenas gerar energia limpa, mas também causar impactos sociais.

 

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