A Argentina tem passados por dias sombrios devido a crise política e financeira que assola o país e ontem (20) foi mais um dia ruim para os argentinos quando o dólar livre subiu e alcançou um novo recorde de US$ 318 para venda. Segundo o portal Infobae, pouco antes de fechar o dia, caiu para 317 pesos, com alta de 16 pesos no dia (+5,3%). Ao longo de julho o dólar já atingiu um aumento de 79 pesos ou 33,2%.

Com um dólar no atacado que ganhou apenas 24 centavos, a US$ 129,38, a diferença cambial se estende para 145%.

Em relação às paridades das ações, o dólar “contado com liquidação”  por meio do título Global 30 (GD30C)  atingiu US$ 314, terminando em US$ 308,75 , enquanto o dólar MEP com o título Bonar 30 (AL30D) fechou em 303,32 pesos.

Essa diferença cambial de 145% é a maior desde de outubro de 2020, quando atingiu 149,6%.

Segundo dados do INDEC, os preços no atacado registraram alta de 4,8% em junho. Em termos homólogos, a inflação grossista registou um aumento de 57,3%, situando-se abaixo da inflação retalhista (64%). A alta em relação ao mês anterior é explicada pelo aumento de 5% nos produtos nacionais e de 2,5% nos produtos importados.



Formada em Jornalismo na UDC e pós-graduada em Relações Internacionais Contemporâneas na Unila, atualmente é jornalista da 100fronteiras e recentemente conquistou pela 100fronteiras o primeiro lugar no 1º Prêmio Faciap de Jornalismo.

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