O dia quente do inverno atípico da fronteira foi um convite para degustar as famosas cervejas da Patagônia – e já adianto que vale muito a pena conhecer o local. Lá encontramos o proprietário da franquia em Iguazú, Diego Bruno, que conta com vários empreendimentos gastronômicos em Puerto. Foi ele quem nos apresentou o bar, famoso por suas cervejas artesanais e decoração rústica sem igual.

Original de Bariloche, na Argentina, a Patagônia é uma cerveja artesanal produzida com lúpulos cultivados e colhidos em fazenda própria. Com diferentes estilos, tem sabores para todos os paladares.

“Meu pai trabalha no ramo da gastronomia há mais de 25 anos e quando me formei em administração de empresas o ajudei, juntamente com meu irmão, a trazer inovação para dentro da tradicional pizzaria que temos, a Collor. Depois disso, vimos a oportunidade de ampliar nossos negócios e em 2011 abrimos o Te Amaré Maitena, um restaurante estilo bar voltado para a vida noturna de Iguazú, e no final de 2021 abri aqui na cidade a franquia da Patagônia”, destaca Diego.

Diego Bruno, proprietário do Bar d Patagônia em Puerto Iguazú
Diego Bruno, proprietário do Bar da Patagônia em Puerto Iguazú. (Foto: Arquivo pessoal)

O local chama a atenção de quem passa na rua, onde suas características rústicas e um extenso deque em madeira tornam o ambiente atrativo. Ao entrar no bar você faz uma imersão à cultura de Bariloche, com o diferencial de que o frio não acompanha o bar, já que estamos em uma região quente. Com música ambiente, o bar estilo pub possui uma variedade de mais de 40 tipos de cerveja Patagônia e a marca está presente em todos os detalhes do local. Há o Mercado Patagônia, uma loja que vende produtos da marca como bonés, camisetas, copos, entre outros. Também há um espaço fechado com vidro onde os barris da cerveja ficam armazenados em uma temperatura muito baixa e dali são direcionados por mangueiras subterrâneas até as torneiras do bar onde os visitantes escolhem a variedade de cerveja que mais lhe agradam o paladar.

“A marca Patagônia tem muita variedade de cerveja, e aqui estamos sempre trazendo novidades, diferente do local comum onde a pessoa encontra cerca de seis variedades tradicionais da cerveja, aqui no bar oficial nós temos mais de 40 que ficam armazenados em refúgios Patagônia (barris). A cada estação é lançada uma variedade da cerveja que melhor se adeque, no inverno elas são mais encorpadas e no verão mais refrescantes, assim havendo opções para todos os gostos”, explica Diego.

O Bar da Patagônia é uma ótima opção para um happy hour com amigos e família. O local transmite um ar mais descontraído e conta com vários espaços instagramáveis para tirar lindas fotos.

Entre as novidades dessa estação, tivemos a oportunidade de experimentar a cerveja EscandinAPA, a cerveja é feita com levedura trazida especialmente da Noruega. Tem uma cor amarelo dourado, e uma espuma branca cremosa. Faz parte da edição Special Recipes, uma seleção de estilos exclusivos da Patagônia Shelters que refletem a essência artesanal da marca.

Bar d Patagônia em Puerto Iguazú
Bife de chorizo e cerveja Weisse.

Também provamos uma mais suave, a Weisse, que remete mais aos estilos pilsen de cervejas e chopps brasileiros. Para auxiliar na melhor escolha, a Patagônia conta como IBU, um código que mostra o teor de amargor das cervejas, então é só observar: quanto mais alto esse número, mais amarga a cerveja é. Da mesma forma mostra também o teor alcoólico das variedades disponíveis.

“Temos cervejas doces e amargas e, para acompanhar, contamos com um variado cardápio gastronômico onde servimos desde empanada de cordeiro, algo tradicional em Bariloche, como a gastronomia local de Iguazú, feita na parrilla”, destaca.

É claro que para acompanhar a cerveja nós provamos a comida também, a sugestão de Diego foi o sanduíche de bife de chorizo acompanhado com fritas, uma combinação perfeita.

Experimentamos e aprovamos!

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Formada em Jornalismo na UDC e pós-graduada em Relações Internacionais Contemporâneas na Unila, atualmente é jornalista da 100fronteiras e recentemente conquistou pela 100fronteiras o primeiro lugar no 1º Prêmio Faciap de Jornalismo.

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