A Argentina tem perdido uma quantia notável de visitantes todos os dias por conta da demora nas filas que se formam na Ponte Tancredo Neves – popularmente conhececida como Ponte da Fraternidade. Os turistas e os visitantes de Foz do Iguaçu muitas vezes desistem da travessia quando são confrontados com a possibilidade de passar horas e mais horas na espera.

O país, que enfrenta uma grave crise econômica, procura soluções para manter o fluxo de turistas e consequentemente, da entrada de moeda estrangeira. Desse modo, a Direção Nacional de Migração (DNM) da Argentina analisa a possibilidade da introdução de novos guichês à Ponte – esses, automatizados.

A DNM começou um diálogo com um organismo internacional de crédito tendo em vista um estudo internacional para a implementação do sistema de guichês expressos na fronteira. Além da fronteira de Puerto Iguazú, outra fronteira beneficiada com a agilização dos procedimentos de imigração seria a de Posadas. E ainda, o sistema automatizao deve ser instalado no Aeroporto de Ezeiza, na região metropolitana de Buenos Aires.

Segundo a diretora do DNM, Florencia Carignano, o equipamento já é utilizado com sucesso em alguns aeroportos dos Estados Unidos. Quanto ao funcionamento, a diretora compara os guichês a um terminal bancário, só que mais sofisticado no modo como processa informações e com tecnologia mais avançada. O código de barras nos documentos é escaneado, fotografado e se estiver tudo como esperado, a pessoa recebe seu ingresso para atravessar a fronteira.

A intenção é acelerar o processo que acontece antes da entrada no país e evitar as longas filas sem perder a qualidade no controle de passagem. A instalação do sistema ainda está em análise e não existem datas paa o início do funcionamento.

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