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Foz do Iguaçu

Sol Imovéis e a confiança nos bons negócios

Sol Imovéis e a confiança nos bons negócios
Carlos Gruber Carlos Gruber
13/09/2015 10:00hs
Era o fim. Era improvável encontrar saída para pagar as dívidas que se acumulavam. Em dezembro de 99, a empresária Vilma Raquel Ultchak chamou funcionários e anunciou: “Eu acho que a gente vai ter que fechar”.

Bem naquela época, Luciane Furmanovicz foi pedir emprego lá. Ouviu o seguinte da proprietária: “Se eu for abrir em janeiro, eu te chamo. Mas ainda não sei o que vai acontecer”.

Sol Imovéis e a confiança nos bons negócios

Vilma aproveitou o recesso do fim do ano para pensar. E resolveu que “iria levar adiante e que iria levantar” a empresa. Tomou uma decisão radical: não comprar nada durante um ano. “Nenhuma agulha.” Negociou com os bancos, fornecedores e foi pagando dívidas, uma a uma. “Ao final do ano tinha zerado tudo e continuava em pé”, conta com orgulho Vilma, dona da Sol Imóveis, que em setembro comemora 25 anos. Foi a pior crise da empresa, que hoje é uma das maiores imobiliárias de Foz e já está presente também na Vila A.

A decisão de ser corretora

Vilma nem pensava em ser vendedora, muito menos dona de algo. Trabalhava como secretária no Fórum de Foz. Até que foi surpreendida pelo convite do dono da antiga MR Imóveis, Moacir Rocha – que era seu compadre. A princípio, ela não topou ir trabalhar com ele. Mas, após uma situação no emprego, ela mudou de ideia e aceitou o desafio de trabalhar com imóveis. Já na imobiliária MR, por duas vezes seguidas, o patrão não estava e os clientes apareceram para fazer negócio em uma chácara. Num dos casos, Vilma chegou a acompanhar o interessado até o imóvel a pedido do chefe. O negócio foi fechado e, dias mais tarde, Moacir chegou e entregou a comissão a ela. “Quando ele me deu a comissão, fiquei doida. Era mais ou menos o que eu ganharia num ano”, relembra Vilma, que naquela hora decidiu ser corretora.

Estudou, chegou a trabalhar em outra imobiliária e abrir o próprio negócio em sociedade com três empresários. Mas o caminho era seguir sozinha mesmo. No dia 1º de setembro de 1990, nascia a Sol Imóveis.

A funcionária mais antiga

Margareth Lazzari está desde o início. “A minha vida é mais aqui dentro do que lá fora.” É verdade. Ela é a funcionária mais antiga. Na época, entrou com 18 anos e assumiu a função de recepcionista. Além dela, só tinha mais a funcionária que fazia o cafezinho e o serviço de banco. Marga, como é chamada pelos colegas, passou por todos os setores. Chegou a gerenciar a locação e, agora, é corretora – a imobiliária tem 13. É quem ajuda o cliente a encontrar aquilo que deseja. “Tem que saber cuidar do cliente. Se colocar no lugar dele. Não importa se a pessoa vai comprar um imóvel de cem mil ou de um milhão. Todos os clientes são iguais. Trato com o mesmo carinho, a mesma preocupação. Eu tenho que vender pra ele aquilo que eu compraria.” Marga considera Vilma uma “segunda mãe”. A mãe de verdade mora longe – e, muitas vezes, a colaboradora recorreu à empresária nos momentos de dúvidas e de tristezas. “Foi quem me ensinou tudo que eu sei. Muitas vezes eu fiquei mais frágil do que ela.”

Sol Imovéis e a confiança nos bons negócios

Uma força constante

Vilma é um mulherão de 1m76 de altura. Ela sorri pelos olhos quando recebe alguém. E aprendeu desde criança a ser mulher. Muitas vezes deixou as brincadeiras da infância para cuidar dos dois irmãos. Começou a trabalhar bem cedo, aos 14 anos. Depois casou, teve dois filhos – Bruno e Manuela –, montou a imobiliária, separou-se, teve empresa de eventos. Hoje, coordena uma equipe de 26 pessoas – 13 corretores e 13...

Até pouco tempo, entrava cedo na Sol Imóveis e só voltava pra casa depois das dez da noite. Agora, diminuiu um pouco o trabalho e delegou mais tarefas à equipe. Mas ela faz questão de acompanhar todos os processos. “Muita coisa eu cuido pessoalmente: parte documental, contratos... Tenho que revisar, ver cláusulas. A imobiliária é responsável civil e criminalmente.” Os anos de experiência fazem da Vilma uma “descascadora de abacaxis”. Coloque um problema imobiliário nas mãos dela, que será resolvido. Pode até demorar, mas o cliente vai ter a solução. E lógico, vai receber de presente um sorrisão da Vilma. Aí, meu amigo, você nunca mais vai querer trocar de corretora. Afinal, confiança não se vende, conquista-se.

Lembra a crise

Luciane Furmanovicz tinha só 15 anos e foi procurar emprego na Sol Imóveis. Justo em dezembro de 99, na pior crise da imobiliária. A adolescente chegou, deixou o currículo e ouviu da Vilma a frase do começo do texto: “Se eu for abrir em janeiro, eu te chamo. Mas ainda não sei o que vai acontecer”.

Como vocês já sabem, a empresa seguiu em frente. Luciane foi chamada e não saiu mais. É a segunda funcionária mais antiga. “Fui passando por todos os setores, aprendendo um pouquinho de cada coisa.” Já foi recepcionista, já fez serviço de banco e, desde 2010, gerencia a equipe de locação. São oito pessoas – sete moças atendem os clientes e uma vistoriadora, que fica só na rua, olhando o estado de imóvel por imóvel. E são muitos – 650 alugados e outros 200 para alugar. Por isso, uma equipe de manutenção presta serviço arrumando telhados, parte elétrica, encanamentos, jardinagem. A vistoriadora vê o local antes de fechar o contrato de aluguel e depois de encerrado o contrato. Assim, as atendentes não precisam sair da imobiliária e “dá tempo de atender o cliente, e atendê-lo melhor”, conta Luciane.

“Tem que saber cuidar do cliente. Se colocar no lugar dele. Não importa se a pessoa vai comprar um imóvel de cem mil ou de um milhão. Todos os clientes são iguais. Trato com o mesmo carinho, a mesma preocupação. Eu tenho que vender pra ele aquilo que eu compraria.”

Margareth Lazzari – corretora





A transição já começou

A filha Lia Manu é publicitária. O filho Bruno, administrador de empresas. Nem um nem outro estava nos planos de Vilma para tocar a empresa. Na verdade, ela nunca imaginava que algum deles quisesse encarar o negócio de imóveis. Bom, nem sempre o que se dá como certo é o certo. Inesperadamente, os dois começaram a trabalhar na imobiliária, sem pretensões futuras. Só que depois de um tempo, os irmãos tomaram gosto e, agora, estão envolvidos pelo serviço.

Lia Manu é gerente financeira e cuida também do marketing. Bruno é responsável pela parte administrativa e de vendas. E assim, “eles vão tomando espaço na empresa até que eu possa” sair, explica Vilma. Mas nem pense em aposentadoria. Ela quer um pouquinho de folga para viajar sem se preocupar com nada. A empresária fica feliz e tranquila com essa passagem de comando natural numa imobiliária familiar. Agora, tudo será feito passo a passo. É um processo que vai levar tempo. “Uma transição que dure mais de dez anos tem tudo pra dar certo”, diz, esperançosa, Vilma Ultchak.

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Sol Imóveis investe na Vila A

Expandir os negócios para a Região Norte de Foz sempre foi um sonho da Vilma. Havia pelo menos uns cinco anos que a ideia não saía da cabeça dela. No dia 1º de setembro, a imobiliária abriu as portas na Vila A. A empresária acredita que o outro lado da cidade “tem um potencial enorme”. E foi simples perceber a carência por aquelas bandas. Bastava olhar as placas de vende-se e aluga-se fincadas na frente das casas e terrenos baldios, com telefone para contato do proprietário. Vilma acredita que muita gente deixa de ir até o centro à procura de uma imobiliária. A proximidade vai facilitar a vida de quem pretende deixar as preocupações com aluguel por conta de uma empresa, com todo o assessoramento necessário.

Na Vila A, é um braço da empresa. Mas a atuação vai muito além. Também engloba o Morumbi, todos os bairros com nomes de Jardins e chega até a Vila C – uma parte da cidade com muitas áreas à espera de empreendimentos públicos e particulares. Vale lembrar que pra lá estão as universidades e Itaipu. Só a Unila pretende reunir em torno de dez mil alunos e professores.

Para atender esses novos clientes, o escritório vai contar com dez funcionários – quatro fixos e seis corretores.

7 serviços oferecidos na Sol da Vila A

Locação;

Venda;

Avaliação;

Venda de loteamentos;

Assessoramento imobiliário – orientações para aquisição do imóvel e formas de financiamento;

Incorporação – é quando o dono do terreno repassa a área para o construtor. Em troca, como forma de pagamento, recebe uma quantidade X da construção;

Todos os imóveis são fotografados e filmados por um profissional contratado pela empresa. As imagens ficam disponíveis no site da imobiliária, para facilitar aos interessados.

Sem medo de errar na avaliação do seu imóvel

Quanto vale o seu imóvel? Você imagina um valor, o vizinho diz outro, o parente também dá um palpite. Para ter algo preciso mesmo, é preciso uma análise feita por alguém inscrito no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários. “Qualquer corretor pode fazer um parecer de mercado. Até sabe dizer o quanto vale. Agora, a avaliação técnica e os porquês daquele valor do imóvel, só o avaliador perito”, explica Vilma, que trouxe um dos maiores especialistas no assunto, João Diniz Marcello, para dar um curso a todos os corretores da imobiliária.

Sol Imovéis e a confiança nos bons negócios

Assim, todos estão capacitados para fazer a avaliação dentro dos parâmetros de mercado e dentro das normas técnicas de metragem, de tipo de construção, de tamanho de terreno. Conseguem analisar o imóvel de acordo com o contexto do local.

www.solimoveis.com.br

Rua Almirante Barroso, 861

3028-0544

Avenida Silvio Américo Sasdeli, 2.567

3028-0555

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