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Cardiologia Comportamental: A Influência dos Hábitos

Cardiologia Comportamental: A Influência dos Hábitos
Patrícia Buche Patrícia Buche
12/09/2017 10:06hs

Você é aquele tipo de pessoa que dorme pouco, alimenta-se mal ou ainda fuma? Então aqui vai um recado: mesmo que você não tenha nenhuma doença hoje, seus hábitos podem influenciar no surgimento (ou, caso tenha, agravamento) de várias doenças, entre elas o infarto do coração.

 

Segundo o médico cardiologista Dr. Eduardo Martins (CRM 24039), durante muito tempo a medicina tratou a doença, não o paciente. “A pessoa procura o médico somente quando não está bem, e isto é um grande erro”, explica. Mas com o avanço dos estudos e a complexidade da vida moderna, passou-se a levar em consideração a importância de tratar a pessoa em primeiro lugar, e não somente a doença, e é aí que entra a questão comportamental.

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De acordo com o Dr. Eduardo, entender o comportamento depende da sensibilidade de compreender o ser humano. “Sem ter qualquer noção, a pessoa pode ter um comportamento de risco que irá destruir sua vida em algum tempo. Por isso a intenção aqui no ICcor (Instituto de Cardiologia Comportamental) é ajudar a pessoa a mudar seus hábitos e fazê-la ficar bem”, destaca.

 

Mas mudar hábitos nem sempre é fácil, pois você já está acostumado a repetir comportamentos. A mudança tem relação com a neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de se modificar a partir de novas experiências, com a genética, os neurônios, as sinapses, as conexões interneuronais, além do próprio comportamento. Assim a alteração requer um esforço maior de tempo e paciência.

 

No entanto Cardiologia Comportamental, na visão do Dr. Eduardo, também deve mexer com o profissional que está atuando. Por isso é importante o cardiologista também pensar como paciente, vivendo essas ações na prática, dando o exemplo e facilitando a abordagem. “A ideia é usar a ferramenta mais poderosa que existe na cura: o hábito. A cardiologia pode oferecer não somente o rol de medicamentos e exames, mas também estratégias para mudar hábitos de maneira a evitar a doença, ou evitar uma nova doença”, afirma.

 

 

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** O ICcor é um instituto de cardiologia responsável por receber os pacientes e diagnosticar a doença cardiológica a partir da visão multidisciplinar, não apriorista, visando ao bem-estar do paciente. Por isso possui parceria com a nutrição, psiquiatria, psicologia, medicina chinesa, acupuntura, osteopatia, fisioterapia e educação física. O ICcor também realiza os exames de: ECG, Holter, MAPA e Teste Ergométrico.

 

No estudo INTERHEART (Lancet, 2004) ficou estabelecida a relação direta do estresse, da ansiedade e da depressão com o infarto. Diante disso, após inúmeros outros estudos e pesquisas, a Sociedade Brasileira de Cardiologia publicou uma diretriz em 2016, por meio do programa de atualização PROCARDIOL (Ciclo 10, volume 1), sugerindo o estudo dos fatores de risco psicossociais, a fim de diagnosticá-los em consultório, inclusive medicá-los se possível, para então encaminhar os pacientes para os profissionais especializados em tratamentos definitivos (psicoterapeutas e psiquiatras).

 

Aprofundando o conhecimento

 

Quem desejar saber mais sobre esse assunto poderá ler o livro “Florescer”, de Martin Seligman, e “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, ambos da Editora Objetiva.

 

 

Ref. bibliográficas:

 

Viridiana DC, Castro I. Distúrbios psiquiátricos e doenças cardiovasculares. In: Sociedade Brasileira de Cardiologia; Armaganijan D, Castro I, Simão AF, Bacal F, organizadores. PROCARDIOL. Programa de Atualização em Cardiologia: Ciclo 10. Porto Alegre: Artmed Panamericana; 2014. P. 9-58. (Sistema de Educaçao Continuada a Distância, v. 1).

 

Relação do infarto com estresse: estudo populacional em Belgrado, 2016. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4884755/pdf/acs-32-281.pdf. Acessado em 30.08.2017.

 

SERVIÇO:

Endereço: Edifício Caesar Tower, sala 407, 4º andar – Rua Pedro Basso, 472, Jd. Polo Centro – Foz

Telefone: (45) 3017-7777

WhatsApp: (45) 99127-7711

Atendimento: das 8h às 18h sem fechar para o almoço

 

TRADUÇÃO PARA O ESPANHOL:

 

Cardiología Comportamental: mude hábitos para ganar más vida

 

¿Sos aquél tipo de persona que duerme poco, se alimenta mal o todavía fuma? Entonces acá va un consejo: mismo que no tengas ninguna enfermedad hoy, tus hábitos pueden influenciar en el surgimiento (o, caso tengas, agravamiento) de varias enfermedades, entre ellas el infarto del corazón.

 

Según el médico cardiologo Dr. Eduardo Martins (CRM 24039), durante mucho tiempo la medicina trató la enfermedad y no al paciente. “La persona busca al médico solamente cuando no está bien, y esto es un grande error”, explica. Pero con el avance de los estudios y la complejidad de la vida moderna, se pasó a llevar en consideración la importancia de tratar a la persona en primer lugar, y no solamente a la enfermedad, y es ahí que entra la cuestión comportamental.

 

De acuerdo con el Dr. Eduardo, entender el comportamiento depende de la sensibilidad de comprender al ser humano. “Sin tener cualquier noción, la persona puede tener un comportamiento de riesgo que irá destruir su vida en algún tiempo. Por eso la intención aquí en ICcor (Instituto de Cardiología Comportamental) es ayudar a la persona a mudar sus hábitos y hacerla quedar bien”, destaca.

 

Entretanto, mudar hábitos muchas veces no es fácil, pues ya estás acostumbrado a repetir comportamientos. La mudanza tiene relación con la neuroplasticidad, la capacidad del cerebro de modificarse a partir de nuevas experiencias, con la genética, las neuronas, las sinapsis, las conexiones interneuronales, además del propio comportamiento. Así la alteración requiere un esfuerzo mayor de tiempo y paciencia.

 

Sin embargo, la Cardiología Comportamental, en la visión del Dr. Eduardo, también debe cambiar al profesional que está actuando. Por eso es importante que el cardiólogo también piense como paciente, viviendo esas acciones en la práctica, dando el ejemplo y facilitando el abordaje. “La idea es usar la herramienta más poderosa que existe en la cura: el hábito. La cardiología puede ofrecer no solamente el rol de medicamentos y exámenes, también estrategias para mudar hábitos para evitar la enfermedad, o prevenir una nueva enfermedad”, afirma.

 

El ICcor es un instituto de cardiología responsable por recibir a los pacientes y diagnosticar la enfermedad cardiológica a partir de la visión multidisciplinar, sin apriorismo, enfocando en el bienestar del paciente. Por eso posee sociedad con la nutrición, psiquiatría, psicología, medicina oriental, acupuntura, osteopatía, fisioterapia y educación física. ICcor también realiza los exámenes de: ECG, Holter, MAPA y Test Ergométrico.

 

En el estudio INTERHEART (Lancet, 2004) quedó establecido la relación directa del estrés, la ansiedad y la depresión con el infarto. De este modo, después de incontables estudios e investigaciones, la Sociedade Brasileira de Cardiologia publicó una directriz en 2016, por medio del programa de actualización PROCARDIOL (Ciclo 10, volumen 1), sugiriendo el estudio de los factores de riesgo psicosociales, con el fin de diagnosticarlos en el consultorio, inclusive medicarlos si es posible, para entonces poder encaminar a los pacientes para los profesionales especializados en tratamientos definitivos (psicoterapeutas y psiquiatras).

 

Profundizando el conocimiento

 

Quién desea saber más sobre el asunto se recomienda la lectura del libro “Florescer”, de Martin Seligman, y “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, ambos de la Editorial Objetiva.

 

 

FOTOS: Hidalgo Gomes

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